Panacéia dos Amigos

VISITAÇÃO

quinta-feira

Dead Can Dance

Dead Can Dance é uma banda composta por contralto, Lisa Gerrard (vocalista), barítono, Brendan Perry (guitarra), Paul Erikson e Simon Monroe, formada em Melbourne, em 1981, na Austrália.Em 1993, lançam o Cd “Into the Labyrinth”, o primeiro álbum da banda a ser editado nos EUA, tornando-se um sucesso, também, na Europa.]

Tive contato com o trabalho deste grupo em 1994. E assim como o Clannad, acabou servindo de trilha sonora para várias sessões de RPG (Role Playing Game – Jogo da Interpretação de Personagens). Se o Clannad já havia sido um choque, o que dizer do som inclassificável deste grupo?

Dead Can Dance não se aproximava de nada que já ouvira antes. A primeira vez que os ouvi foi uma “experiência musical - criativa”, a proposta foi mesmo de ouvir em alto volume, luzes apagadas, para sentir os efeitos do som do Dead Can Dance sobre a criatividade na criação de RPG para AD&D (Advanced Dungeons & Dragons). Foi impressionante. Ao som do DCD tramas se desenrolaram imediatamente, imagens saltaram aos olhos da mente e várias seqüências de ação foram definidas.

A música do grupo é uma feliz conjunção de vários elementos conceituais e musicais. Seus músicos dominam vários instrumentos , tanto antigos quanto contemporâneos, de várias culturas. Não obstante, não se prendem a antigas canções folclóricas, seus integrantes compõem várias canções inéditas, fazendo uso de todo o arcabouço cultural que conseguem arregimentar. Além disso, os líderes Lisa Gerrard e Brendan Perry são muito carismáticos, e especialmente Lisa, possui um domínio de palco que é fascinante. A voz de Lisa é das coisas mais estranhas e ao mesmo tempo agradáveis que já ouvi.

Infelizmente, só pude acompanhar suas performances por CD, e vídeos de um show ao vivo “Toward the Within” gravado durante uma turnê pelos EUA e Europa (Aonde captei todas as virtudes deste extraordinário grupo), e alguns videoclipes (tão estranhos quanto interessantes), pois, quando realizaram um único show no Brasil em 96 não pude assistir.

Separados em 1999, o DCD retomou suas atividades em 2005 e até aonde sei continuam juntos. Sugiro a todos que procurem vídeos no YouTube e poderão comprovar tudo que escrevo aqui e vislumbrar ainda mais do que fui capaz de transmitir. Tenho certeza.

Álbuns:

  1. Dead Can Dance, (1984)
  2. Spleen and Ideal, (1985)
  3. Within the Realm of a Dying Sun (1987)
  4. The Serpent's Egg, (1988)
  5. Aion, (1990)
  6. Into the Labyrinth, (1993)
  7. Toward the Within, (1994)
  8. Spiritchaser, (1996)
Vídeo no You Tube:

terça-feira

Minha "história" com a banda PATO FU

Nos idos de 96, estava eu em SP, com um amigo que visitava seu tio e eram nessas oportunidades que se aproveitava para haurir um pouco de informação. Neste caso específico, aproveitei eu para assistir um pouco da MTV, e no pouco tempo que tive eis que surge um clip esquisito de uma banda idem. Lembro o comentário: “É uma banda meio louca, não dá para entender nada da letra, mas a vocalista tem uma voz linda!”



Desta maneira fui apresentado ao Pato Fu que se tornaria uma das minhas bandas de rock nacional favoritas e é a minha banda favorita em atividade! A música em questão era “Mamãe ama meu revólver” que, concordo é meio incompreensivel. No entanto, fiquei imediatamente fã daqueles três malucos e sua estranha música. 

Para quem ainda não sabe: Pato Fu é uma banda brasileira de rock alternativo que teve início em 1992, quando Fernanda Takai, até então vocalista da banda Fernanda & 3 Do Povo decidiu formar uma banda com dois amigos de uma loja de guitarras onde ela costumava comprar encordoamentos. Os amigos eram John Ulhoa e Ricardo Koctus, da banda Sustados por 1 Gesto e Sexo Explícito. Decidiram se chamar Pato Fu em alusão a uma tira em que o gato Garfield lutava gato-fu. Para não lembrar tanto a história original, trocaram a primeira letra, e ficaram com um nome tão estranho quanto o som que fariam mais tarde. Em outubro de 1992, gravaram sua primeira fita demo, e, no final do ano, começaram a se apresentar em Belo Horizonte.

Já no começo de 1993, participaram do show "Rock Brasil", ao lado de bandas como Skank, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Titãs. Em maio de 1993, o Pato Fu terminou de gravar o seu primeiro álbum — Rotomusic de Liquidificapum — no estúdio Ferreti, localizado em Belo Horizonte, atual estúdio Máquina do Haroldo Ferreti (baterista do Skank). Embora o disco não tenha obtido o sucesso esperado, acabou atraindo a BMG, em 1994, durante uma apresentação no Rio de Janeiro. Em meio a outras bandas sem sucesso, o Pato Fu foi escolhido por Maurício Valadares (coordenador do selo Plug da BMG) para assinar um contrato com a gravadora.

Algum tempo depois, em 1995, gravaram o segundo CD — Gol de Quem? — em um mês, no estúdio Cia. de Técnicos, também no Rio. Músicas como "Sobre o Tempo" e "Qualquer Bobagem" garantiram o prêmio de revelação no 1º Video Music Awards da MTV Brasil. O resto , como dizem , é história. E que história!

O tempo passou e entre uma canção e outra na rádio, raramente diga-se, fui reencontrar o Pato Fu no Som Brasil (É esse mesmo o nome?) da TV Cultura, estavam apresentando o novo trabalho “Televisão de Cachorro” e de quebra alguns sons já “clássicos” da banda. Logo depois, um outro show, em Minas Gerais, (este não me lembro) foi apresentado pela Cultura. Gravei as duas apresentações. Mostrei a todo o mundo. Formei novos fãs para a banda, compramos o CD, foi um momento bem interessante. 

Naquele mesmo ano, o grupo foi se apresentar em Sorocaba, e lá estávamos nós (todos que assistiram as fitas). Fiquei impressionado. A banda além de excelentes músicas, tinha excelentes músicos que ao vivo não decepcionaram nem um pouco. E mais eram simpáticos, bacanas e divertidos. Eu os curtia, a partir de então, os respeitava.

O CD seguinte foi Isopor, e um show em São Roque levou uma trupe ainda maior. Neste show ficamos muito, muito próximos do palco e nos divertirmos demais. A Fernanda Takai sempre simpática com os fãs até acenou e posou para uma foto (maravilhoso, pena que na revelação a foto queimou...). 

Tudo muito bom, mas o melhor ainda estava por vir. Com o CD “Toda Cura para Todo o Mal”, o show foi em Ibiúna. Este, mais especial ainda para mim, pois ,levei minhas adoradas filha e esposa para assistir o grupo pela primeira vez.Desta vez, fiz mais do que assistir ao show, consegui eu e minha filha entrarmos no camarim e conversar com John e Fernanda! O que mais um grande fã pode querer?

Aos que ainda não tiveram a sorte de conhece-los declaro que se tratam de pessoas sensacionais, simpáticas e não obstante o fato de serem famosos, são absolutamente atenciosos e gentis. Foi um grande momento para mim e para minha filha . Tiramos algumas fotos, graças a paciência de Fernanda porque, sinceramente, eu me atrapalhei várias vezes ao tentar tira-las.

Um show inesquecível, um encontro marcante. LONGA VIDA AO PATO FU!



_____________________________UPDATE - 06/04/11


E a história continuou. Participando da gravação do CD de comemoração de aniversário do PROJETO GURI 15 ANOS, ano passado, minha filha teve a oportunidade de subir ao palco com o grupo de violão e tocar  juntamente com Fernanda Takai e outros artistas! Um momento sensacional, além das conversas e fotos no camarim. 



Fonte de Pesquisa: Wikipédia

Asterix e seus amigos- Uma homenagem a Albert Uderzo


Isto é formidável! Trinta e quatro autores foram convidados pela Éditions Albert René, Bernard de Choisy e Sylvie Uderzo, a filha do desenhista, que passou a cuidar dos personagens depois da morte de Goscinny, em 1977, para, cada um a seu estilo, ofecerem uma espécie de "parabéns" para Uderzo.As Histórias tem até quatro páginas, e encontramos artistas como Vance & Van Hamme (de "XIII"), Rosinski (de "Thorgal"), Manara ("Clic"), Walthéry ("Natacha") e vários outros, que puderam apresentar novas leituras a Asterix e Obelix. 


Em algumas colocaram o próprio Uderzo nas histórias e ofercer enredos surreais, como levar os gauleses em Patópolis com Pato Donald e Professor Pardal.Uma das histórias mais interessantes ,assinada por Baru, apresenta a dupla com uma roupagem atual, desafiando as autoridades na cidade grande, só para poder promover uma baderna e bater em todos. 

Esta obra é trazida ao Brasil pela Editora Record que já publicou no Brasil 33 títulos de Asterix.Vale a pena comemorar os 80 anos de Uderzo, nesta justa homenagem e ainda entrar em contato com o trabalho de tantos artistas renomados em sua leitura de Asterix, o gaulês.

quinta-feira

Asilo Arkham - Grant Morrison, Dave Mckean



Asilo Arkham é uma graphic Novel lançada no Brasil em 1991, e com justiça, é um dos clássicos das HQs mais lidos e comentados de todos os tempos. 


É a obra de dois gigantes Grant Morrison (Homem animal, Liga da Justiça...) e Dave Mckean (Orquídea Negra, e todas as capas de Sandman). Nesta história os internos do Asilo, entre eles inimigos mortais do cavaleiro das trevas tais como Coringa, Duas-Caras e outros, tomam conta do asilo e exigem a presença do herói. A intenção é conduzi-lo por uma jornada intensa de tortura física e psicológica. 

O que pretendem liderados pelo Coringa é mostrar a Batman que a linha que o separa dos seus esquizofrênicos antagonistas é tênue. Muito tênue. 


Astuciosamente o roteirista tenta demonstrar o que leva um sujeito atormentado pela morte dos pais a se vestir de morcego para capturar marginais e assim como os vilões demonstrar o quão próximo Batman vive de se tornar ele mesmo um interno do asilo. 

A senha é dada quando no ínicio da história Batman confidencia de que o que mais teme é que ao entrar no asilo e os portões se fechem atrás dele, na verdade, seja como voltar para casa! 


Dentro do Asilo, Batman passa de perseguidor a perseguido pelos vilões e em meio a tanta insanidade perde o controle. Enquanto este drama se desenvolve, Grant Morrison paralelamente nos conta a história do Asilo. A vida do Dr. Amadeus Arkham, fundador do asilo que leva seu nome. Marcado pela loucura de sua mãe dedica-se a psiquiatria, mas ele mesmo se vê lançado nas teias da insanidade após o brutal assassinato de sua esposa e filha. E quanto a Batman, iremos descobrir se ele conseguirá, ou não, se desvencilhar da emboscada psicológica imposta pelos seus adversários.


Foi muito impressionante para mim, entrar em contato com a arte de McKean e a história de Grant Morrison, isto foi em 1991, pois ainda não havia tido contato algum com quadrinhos desta magnitude. A graphic estava envolta em plástico, eu não fazia idéia do que me esperava...acha que era só mais uma aventura do Batman! Grant Morrison e Dave Mckean eram nomes que não me significam nada, já que ainda lia HQs da linha Marvel e DC (muito mais Marvel do que DC, diga-se)no formatinho(!), como sempre gostei de desenhar , o estilo delirante de McKean quase me enlouqueceu , mas, também me demonstrou que as HQs poderiam ser muito mais próximas de verdadeiras obras de arte , do ponto de vista artístico e literário do que eu poderia imaginar. Asilo Arkham é um clássico fabuloso das HQs! 


Procurem adentrar os portões do Asilo, irão se assustar, se maravilhar...só espero que queiram retornar de lá...

quarta-feira

TOP TV

Será que alguém dentre os poucos que tiveram oportunidade de assistir, ainda se lembra deste programa que era transmitido pela Rede Record aos domingos?

Eu adorava este programa! Trazia novidades da TV, mas e o que era melhor nos relembrava os grandes clássicos da Tv mundial. Era ótimo!

Através dele pude rever, após muitos anos, clássicos em matérias muito interessantes tais como: Yamato-Star Blazers, Danger Mouse, A Princesa e o Cavaleiro, Astro-Boy, Speed Racer, Fantomas, Família Ultra, Spectroman, Herói do Espaço (É, o robô-foguete com antenas!), Robô Gigante, Superamigos, e por aí vai embora...

Assisti novidades (ao menos para mim, na época), como “Records of Lodoss War” e o então, primeiro desenho animado dos X-Men!

Só quem viveu os idos de 92/93 para saber o quanto era difícil (Nada de Internet, CD´s e nem sequer um Windows que prestasse) ter acesso a este tipo de informação! Animes, Desenhos Clássicos, Séries, Filmes, HQs!

O único defeito, que me lembre, era o repórter (só havia um) que era um tanto pedante, mas tudo bem. E o horário que era as 15:00h e interrompia nossa sagrada sessão de RPG, geralmente em momentos importantes!

Mas, o programa não chegou, se me lembro a durar um ano. Típico dos melhores produtos, não há público para eles.

Mas fica registrada a lembrança dos bons momentos, é realmente uma pena que um programa similar não voltou a aparecer. Na TV aberta, pelo menos.

Matéria sobre Ultraman no Top TV:

http://www.youtube.com/watch?v=8QdaXEkOIqg&feature=PlayList&p=507B9A2D1CED0F62&playnext=1&index=20

Five Star Stories

Este anime foi marcante para mim, por uma série de fatores. Primeiro os desenhos eram fantásticos, o design dos robôs era formidável(e até hoje impressiona). A história era muito interessante (pelo menos o que me foi explicado, já que na época 92/93 conseguir este material era complicado e seguia o esquema fita cassete-gravação-da gravação-da gravação -em japonês sem legenda-e se vira! Ah, os velhos e bons tempos!)! A música de encerramento era memorável (uma das melhores já produzidas para um anime). E o "herói" era o mais estranho que já havia visto num anime, era mais uma heroína! Estava tendo a rara oportunidade de assistir Five Star Stories. Um dos melhores animes que pude assistir até aqui.Tive oportunidade de colocar as mãos no mangá muito tempo depois e é realmente um trabalho muito interessante, e de um traço fantástico. O que o torna especial é que É mangá, mas não É um traço típico (pois, convenhamos muitos desenhistas se repetem), tem seu próprio estilo e isto é essencial.
Five Star Stories é um anime que conta a história de Jorker, conjunto de cinco planetas, que possuem como armas de guerra robôs chamados de Mortal Head, controlados pelas andróides Fatimas juntamente com seus respectivos mestres Knights.

História

Joker Star Cluster : 2988 A história tem início quando duas Fátimas (Lachesis e Clotho) são pegas pelo senhor do planeta Addles, Juba, e devem declarar perante todos os presentes o seu Mestre (Headdliner), caso contrário aqueles que as mantém sob guarda tem o direito de tê-las até uma nova cerimônia, que provavelmente nunca seria realizada. Uma das Fatimas, Clotho, foge, mas é atacada por bandidos. Depois de ser salva por Collus, é encontrada por Ladios Soop, um mecânico de Mortal Head que foi à cerimônia para tentar salvá-la. Soop agora pretende salvar Lanchesis.

Fátimas

As Fátimas são andróides fêmeas criadas por especialistas de guerra e têm habilidades superiores a dos humanos : correm a 200 km/h, fazem cálculos numa velocidade equivalente a de um computador, e combatem mais do que os próprios Knights. Por serem tão poderosas, Fátimas devem seguir leis rigorosas que as obrigam a obedecer os humanos, vestir roupas especiais e nunca demonstrar suas habilidades sem propósitos. As Fátimas servem de elo de ligação entre seus mestres Knights, escolhdos por elas mesmas, e os Mortal Head, máquinas de guerra, ajudando o Knight ao controlar as funções básicas dos Mortal Head enquanto o Knight trava as lutas.

Personagens

Lachesis, Clotho e Artropos - Fátimas criadas pelo Dr. Ballanche Dr. Ballanche – Criador Dr. Morard - vive em Betoruka Ladious Sopp - um mecânico de Mortal Head, inicialmente confundido com uma mulher. Voards Wiewlard - Headd Liners. Mortar Bulunge - Kallamity Model, modificado de um modelo básico 2417, em cores Count Cortar Juba - inicialmente um mercador, virou o novo Governador no planeta Addles. Amaterasu - Nome Completo : Amaterasu Dis Grand Eaighdas Greens II. Imperador do Delta Belune. Anda sempre acompanhado de quatro Mirage Knights, os Mais fortes Knights. Collus III - Rei de Juno Collet - Rei de Both

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Vro8MdJApiY

terça-feira

Artur da Távola

Matéria da Folha Online: Artur da Távola morre aos 72 anos no Rio de Janeiro

O ex-senador e jornalista Paulo Alberto Monteiro de Barros, conhecido como Artur da Távola, morreu nesta sexta-feira,09/05/2008 , aos 72 anos no Rio de Janeiro, em sua casa. Ele sofria de problemas cardíacos desde agosto de 2007, quando esteve internado por longo período. Ele iniciou sua carreira política em 1960. Foi deputado estadual do PTN pelo antigo Estado da Guanabara. Dois anos depois se elegeu deputado constituinte pelo PTB. Cassado pelo regime militar, ele viveu na Bolívia e no Chile entre 1964 e 1968. No retorno ao Brasil assumiu o pseudônimo de Artur da Távola.

Foi um dos fundadores do PSDB, onde exerceu mandatos de deputado federal até 1995, e de senador (1995-2003). Em 1988, concorreu à Prefeitura do Rio de Janeiro, mas não foi eleito. Ele fazia o programa "Quem tem medo de música clássica", para a TV Senado. Também escrevia crônicas para o jornal "O Dia". O jornalista também teve programas na Rádio MEC e na TV Cultura.

Biografia: Artur da Távola

Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Monteiro de Barros, (Rio de Janeiro, 3 de janeiro de 1936 — Rio de Janeiro, 9 de maio de 2008) foi um político, escritor, jornalista brasileiro e um dos fundadores do PSDB[1]. Atualmente era apresentador de um programa de música erudita na TV Senado. Iniciou sua vida política em 1960, no PTN, pelo estado da Guanabara. Dois anos depois, elegeu-se deputado constituinte pelo PTB. Cassado pela ditadura militar, viveu na Bolívia e no Chile entre 1964 e 1968.

Tornou-se um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e líder da bancada tucana na assembléia constituinte de 1988, quando defenseu alterações nas concessões de emissoras de televisão para permitir que fossem criados canais vinculados à sociedade civil. No mesmo ano, concorreu, sem sucesso, à prefeitura do Rio de Janeiro. Posteriormente, foi presidente do PSDB entre 1995 e 1997. Exerceu mandatos de deputado federal de 1987 a 1995 e senador de 1995 até 2003. Em 2001, foi por nove meses secretário da Cultura na cidade do Rio.

Como jornalista, atuou como redator e editor em diversas revistas, notavelmente na Bloch Editores e foi colunista de televisão nos jornais Última Hora[2], O Globo e O Dia, sendo também diretor da Rádio Roquette Pinto. Publicou ao todo 23 livros de contos e crônicas. Távola atualmente apresentava o programa Quem tem medo de música clássica?, na TV Senado onde demonstrava sua profunda paixão e conhecimento por música clássica e erudita. No encerramento de cada programa, ele marcou uma de suas mais célebres frases:

" Música é vida interior, e quem tem vida interior jamais padecerá de solidão."

Seu compositor preferido era Vivaldi, a quem dedicou quatro programas especiais apresentando Le quattro stagioni em sua versão completa e regida pela Orquestra Filarmônica de Berlim. Também exibiu com exclusividade execuções da Orquestra Sinfônica Brasileira no Festival de Gramado nos anos de 2003 a 2007.

Pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Meu testemunho pessoal:

Foi através do programa "Quem tem medo da música clássica" que pude entrar em contato com os pensamentos e conhecimentos do admirável Artur da Távola. Tornei-me confesso admirador deste intelectual que com palavras simples numa didática formidável nos ensinava sobre o maravilhoso mundo da música clássica. Nos demonstrava com sua sensibilidade não apenas a música em si, mas nos decifrava e entregava a essência , o espírito criador impresso nela, sua alma, enfim.

Entrei em contato com ele, via mail, para lhe testemunhar minha admiração, sem esperar respostas,(e desconhecia que ele estava enfermo) mas em toda sua humildade, mesmo muito doente, ocupou-se de me responder em pouco tempo:

Estou a lhe dever uma resposta á altura das mensagens que envia. Fico à espera do tempo para "estar á altura", o dia a dia infrene me pega, o dito tempo passa e deixo gestos de solidariedade, afeto e afinidade soltos no ar.

No momento estou há mais de seis meses enfermo e agora apenas convalesço, com expressas ordens médicas de usar nada mais que meia hora diária o computador.

Por isso, esta mensagem rápida e sincera para dizer: escreva-me mesmo quando eu esteja em falta.

Fraternalmente AT

Assim era Artur da Távola: educado, culto, humilde, admirável!

Registro meu reconhecimento e admiração!

segunda-feira

O Caso dos Dez Negrinhos - Agatha Christie

Devo colocar que não sou definitivamente o maior fã de Agatha Christie ainda que reconheça seus méritos. Li alguns de seus livros e realmente não os aprecio tanto quanto outros.

No entanto, “O Caso dos Dez Negrinhos” é uma feliz exceção. Gosto muito deste livro, e da maneira como a história foi contada pela autora. A trama em si, trata sobre um estranho convite para dez pessoas para que passem um fim de semana na remota Ilha do Negro. No quarto de cada um, encontra-se uma canção infantil dos Dez negrinhos num quadro que relata a morte de cada um dos negrinhos .

Na primeira noite, após o jantar, elas ouvem uma voz, aguda e desafiadora, acusando cada uma delas por crimes cometidos no passado. Todas entram em pânico e mortes inexplicáveis e semelhantes a canção se sucedem., cada um dos convidados é eliminado e, a cada execução, também desaparece um dos negrinhos de porcelana que enfeitam a mesa de jantar. Mas, quem será o executor?

Esta resposta será surpreendente. O livro empolga e a leitura é fácil e agradável. Uma obra prima que traz a luz todas as qualidades inerentes da autora, que talvez não fiquem tão nítidas em outras obras.

E lembrem-se:

Quem lê um livro comunga com a alma deste, e desta comunhão renova a sua própria!

As Aventuras de Tom Sawyer – Mark Twain



Este livro está entre os meus favoritos. Antes de mais nada por ser bastante divertido. Trata-se das peripécias de Tom Sawyer, garoto que vive com sua tia Polly e o irmão Sidney numa pequena cidade nas margens do rio Mississippi, nos Estados Unidos da América, no século XIX.


Muito Esperto, vive várias aventuras ao lado de seu amigo Huckleberry Finn. Sem querer, em meio as brincadeiras e traquinagens que apronta constantemente acaba se envolvendo numa grande confusão com bandidos perigosos (de verdade), e sair desta será seu maior desafio. 
Marco da literatura infantil, maravilhosamente bem escrito por Mark Twain, considerado o pai da literatura americana, "As aventuras de Tom Sawyer" merece ser lido para, juntos com Tom , revivermos os sonhos e fantasias felizes da infância na qual a vida é sempre uma aventura empolgante, sentimento este que jamais deveria se desvanecer. 

Personagens de “As Aventuras de Tom Sawyer” :
Tom Sawyer
Tia Polly
Becky Thatcher
Joe Harper
Huckleberry Finn
Injun Joe
Espanhol Surdo-Mudo
Sid
Mary

Mark Twain: Biografia
Nasceu em 1835, no Rio Mississipi, nos Estados Unidos, e morreu aos 75 anos. Teve uma infância de menino pobre, precisou trabalhar cedo, mas, em vez de ficar desanimado com as dificuldades da vida, delas tomou partido - assim, inventou logo uma maneira de ganhar dinheiro fazendo o que gostava, que era escrever sobre as pessoas e paisagens que conhecia desde criança. 

Deu tão certo, que ele acabou se consagrando como um dos maiores escritores do seu tempo. Muitos autores importantes acham que a literatura norte - americana começou mesmo, para valer, com os livros de Mark Twain - que fugiu da tradição da época, desprezando o texto complicado e difícil. 

Decidiu se dedicar à literatura para crianças e jovens, escrevendo como falava, e de forma simples e com muito humor. Homem moderno, amante da justiça, ele sempre soube que é possível ser profundo, e ao mesmo tempo, divertido. Hoje Mark Twain é respeitado, em todo mundo, como um clássico universal.

Curiosidades:
Tom Sawyer serviu de inspiração para a música homônima da banda canadense Rush.
Mark Twain também foi homenageado por Neil Gaiman participando de uma das histórias de Sandman, especificamente no arco de histórias “Espelhos Distantes”.
O personagem e o livro também são citados nos filmes Minority Report (pelo ator Tom Cruise), e no filme A Felicidade não se compra (pelo ator James Stewart)
No filme a Liga Extraordinária (por Shane West), ele aparece como membro da liga, assim como na HQ de Alan Moore.
Considerado vilão em Os Padrinhos Mágicos no episódio "Vida Na Estante".

E lembrem-se:
Quem lê um livro comunga com a alma deste, e desta comunhão renova a sua própria!


Fonte de pesquisa: Wikipédia.