Panacéia dos Amigos

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quinta-feira

ÁGORA, um filme sobre Hipácea

Quando graças ao mestre Carl Sagan, entrei em contato com a história de Hipácea de Alexandria, resolvi-me a pesquisar mais e deixar posts em nossa Panacéia. E, nesta pesquisa e para minha surpresa vim descobrir que a história de Hipácea estava chegando aos cinemas através do filme ÁGORA de Alejandro Amenábar (Os Outros) e estrelado por Rachel Weisz (O Jardineiro Fiel).
Ainda não assisti ao filme, mas assisti o longa “Os outros” do mesmo diretor do qual gostei, e com esta instigante história nas mãos espero que ele faça um bom trabalho. O trailer me pareceu promissor.
A história de Hipácea nos remete a reflexões do tipo “O que aconteceria se...” e outras eculubrações do gênero.
O que aconteceria se...a Biblioteca de Alexandria não houvesse sido destruída? Fantástico imaginar que segundo relatos já haviam estudos que se aproximavam primitivamente dos princípios da robótica! A astronomia e as ciências pelo que era indicado pelos títulos sugestivos indicava conhecimentos que só seriam redescobertos 2000 anos depois!
Conseguem imaginar isso? Nossa ciência avançada em 2000 anos? Como seria o mundo que viveríamos? Que fantásticas tecnologias estariam a nossa disposição? Recentemente vi na capa da superinteressante que dentro de 50 anos, a tecnologia e ciência permitiram ao homem aumentar fantasticamente sua longevidade, possuímos instrumentos fantásticos como a Internet, o acelerador de partículas hadrons e outras maravilhas. O que não poderíamos ter alcançado com 2 mil anos mais?
E depois se perguntam sobre outras civilizações. A raça humana cometeu o erro de destruir a biblioteca de Alexandria e perdeu 2000 anos de sua ciência. Se uma outra civilização com o mesmo tempo de desenvolvimento que o nosso, não cometeu o mesmo engano está 2000 anos a frente, e bem sabemos que este não foi nosso único equívoco do gênero...
Afinal, não lançamos a loucura e ostracismo gênios como Nicola Tesla? Quanto na verdade sabemos? E se é para exercitar as possibilidades terá a biblioteca sido tão destruída quanto afirmam, ou em algum lugar estes conhecimentos foram estudados e desenvolvidos gerando uma tecnologia que não nos é permitido conhecer? Mas, o mais importante da história de Hipácea é percerbemos que mesmo que discordemos de um ou outro assunto em relação a ciência, não podemos NUNCA mais cometer um equivoco tão grande novamente.
Possamos abraçar o conhecimento e protegê-lo. Ele é uma das ferramentas para atingir a Panacéia Essencial.
Trailer:

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