Panacéia dos Amigos

VISITAÇÃO

sexta-feira

A Lenda da Biblioteca de Alexandria e sua História





A biblioteca de Alexandria é uma lenda. Não um mito, mas uma lenda. A destruição da biblioteca do mundo antigo foi recontada muitas vezes. Muita tinta foi derramada, antiga e moderna, sobre os 40.000 volumes abrigados nos depósitos perto do porto, que foram supostamente queimados quando Julius Caesar incinerou a frota do irmão de Cleopatra. A figura de Hypatia, uma matemática, sendo arrastada de sua carruagem por uma multidão de monges pagões e queimada viva em cima dos restos da biblioteca encontram seu lugar na lenda também. Contudo quando nós soubermos de muitos boatos da destruição "da biblioteca" (na verdade, havia ao menos três bibliotecas diferentes que coexistiam na cidade), e se sabe hoje de escolas inteiras em Alexandria e o scholarship, existem poucos dados sobre as localizações, disposições, terras arrendadas, organização, administração, e estrutura física do lugar.

A primeira menção que existe da biblioteca está na letra de Aristeas (180-145 AC), um estudioso judeu abrigado na biblioteca que documentou a tradução do Septuaginto para o grego por setenta e dois rabinos. Esta maciça produção foi comissionada por Demetrius de Phaleron sob seu patrono, Ptolomeu I. O próprio Demetrius era uma ex-tirano de Atenas, e um sábio da primeira geração de Peripaticos. Isto é, era um dos estudantes de Aristóteles junto com Theophrastus e Alexandre, O grande. Demetrius, que foi posto no poder de Atenas com a ajuda de Alexandre, deu suporte para que Theophrastus findasse um Lyceum para os estudos de seu mestre, feito nos moldes da academia de Platão. Depois que Ptolomeu I ganhou o reinado sobre o Egito conquistado devido às vitórias de Alexandre, Theophrastus recusou o convite do Faraó em 297 AC de ensinar o filho de Ptolomeu do tutor, recomendando Demetrius, que tinha sido dirigido recentemente para fora de Atenas em conseqüência do conflitos político entre os sucessores de Alexandre.

De acordo com Aristeas, Demetrius recomendou a Ptolomeu o recolhimento de uma coleção dos livros sobre reinos e governos, do estilo de filósofo-reis de Platão, e além disso recolher livros dos povos de todo o mundo sobre comercio e sociedade. Demetrius deve também ter ajudado a fundar um museu no capital de Ptolomeu, Alexandria, um templo dedicado a Musas. Este não era o primeiro templo dedicado aos patronos divinos das artes e das ciências. Entretanto, como vinha fazendo a meio-século após o estabelecimento do academia de Platão, o Lyceum de Aristóteles, e a escola de Epicurus, e localizado em um centro rico do comércio internacional e de troca cultural, do lugar e do tempo eram maduro para que tal instituição florescesse. Os sábios foram convidados a realizar lá as atividades Peripaticas da observação e da dedução na matemática, na medicina, na astronomia, e na geometria; e a maioria das descobertas do mundo ocidental foram gravadas e debatidas lá pelos 500 anos seguintes.

Os arqueólogos não descobriram as fundações do museu, embora escavaram parcelas da "da biblioteca filha" no templo próximo de Serapis. Das fontes preliminares dispersadas estas parecem muito relativamente desobstruídas: estava no setor de Brucchium (nordeste) da cidade, ou provavelmente junto às terras do palácio. Foi cercado por cortes, por jardins, e por um parque zoological que continha animais exóticos das partes longínquas do império Alexandrino. De acordo com Strabo, em seu coração existia um Salão grande e um salão com uma abobada circular (talvez romano?) com um observatório em seu terraço superior; as salas de aula cercavam-no. Isto é muito similar à disposição do Serapeum, que foi começado por Ptolomeu II e terminado por seu filho. Os 30-50 sábios estimados provavelmente foram abrigados permanentemente lá, alimentados e financiados provavelmente pela família real primeiramente e, mais tarde, de acordo com um papiro romano adiantado, pelo dinheiro público.

As prateleiras físicas da biblioteca podem ter estado em um dos salões circulares de aulas ou no jardim, ou pode ter sido abrigado no Grande Salão central. Consistiam de buracos onde eram enfiados os pergaminhos, onde os melhores eram revestidos de linho ou de couro. As peles de pergaminhos vieram a moda depois que Alexandria parou de exportar papiro em uma tentativa de estrangular sua biblioteca rival mais nova, criada por Seleucidio em Pergamon. Nas épocas romanas, os manuscritos começaram ser escritos no formulário do codex (livro), e começaram a ser armazenados nas caixas de madeira chamadas armaria.

Aristeas, escrevendo 100 anos após a criação da biblioteca, escreve que Ptolomeu deu a Demetrius a tarefa de recolher livros e pergaminhos, assim como supervisionar o esforço maciço de traduzir trabalhos de outras culturas para o grego. Este processo começou com a tradução do Septuaginto, o Velho Testamento, para o grego, projeto para o qual Ptolomeu empregou 72 rabinos devido a sugestão de Demetrius.

No tempo de Demetrius, as bibliotecas gregas eram geralmente coleções dos manuscritos particulares, tais como a biblioteca de Aristóteles que continha os seus próprios e outros trabalhos. Os templos de Egito tiveram freqüentemente prateleiras que continham uma variedade de textos religiosos e oficiais, como determinados museus no mundo grego. Foi a grande ambição de Ptolomeu I de possuir toda a literatura sabida do mundo que fez possível a realização dessa coleção idiosincriatica de livros criando assim uma verdadeira biblioteca. John Tzetzes escreve diversos séculos mais tarde que Callimachus catalogou 400.000 pergaminhos mistos (provavelmente aqueles que continham mais de um capítulo) e outros 90.000 não-mistos. Os métodos dos sucessores de Ptolomeu para conseguir seu objetivo eram certamente originais. Ptolomeu III escreveu uma letra "aos lideres de todo o mundo" pedindo seus livros emprestados. Quando Atenas emprestou os textos de Eurípides, Aeschylus, e Sófocles, ele teve-os copiados, retornados as cópias, e mantidos os originais. Supostamente, todos os navios que pararam na porta de Alexandria foram procurarados por livros, os quais tiveram o mesmo tratamento. Assim o termo "biblioteca de navio" para algumas peças da coleção abrigada no museu. Este procedimento não ortodoxo inspirou ao menos o primeiro trabalho sistemático de arquivação dos textos clássicos, sem o qual nenhum dos autores teria sobrevivido.

Quando Demetrius era um converso de Serapis e assim provavelmente de um oficial do novo culto Grego-Egipcio inventado por Ptolomeu, o Serapeum não havia sido construído quando se deu a sua morte e não é recordado nem como o bibliotecário dessa instituição nem no museu. O primeiro o bibliotecário de que se tem registro era Zenodotus de Ephesus, que teve esse trabalho desde o fim do reino de Ptolomeu I até 245 A.C. Seu sucessor foi Callimachus de Cyrene era talvez o bibliotecário mais famoso de Alexandria, pois criou um catalogo de 120,000 pergaminhos chamado de “tabela de Pinakes”. Não era de forma alguma compreensivo, mas funcionava mais como um índice. Apolônio de Rhodes, seu rival mais jovem e escritor do notório épico, Argonautica, foi o sucessor de Callimachus. Erastóstenes de Cyrene, famoso geógrafo e matemático, sucedeu Apolônio em 235, e compilou seu "tetagmenos epi teis megaleis bibliothekeis", o “esquema das grandes estandes”. Em 195, Aristófanes ganhou a posição e atualizou os Pinakes de Callimachus

O ultimo registro de um bibliotecário foi Aristarchus de Samothrace, o astrônomo, que ganhou a posição em 180 AC e foi tirado durante lutas dinásticas entre os Ptolomeus. Enquanto a biblioteca e o museu continuaram existindo vários séculos depois, os sábios ficaram sendo chamados de “Alexandrinos” e nenhum bibliotecário foi mencionado pelo nome.

Enquanto é duvidoso que a biblioteca tenha tido uma organização sistemática, e sim de que tenham sido armazenados novos baús e prateleiras de papiros em grupos a medida que eles foram sendo adquiridos. Os Alexandrinos, a partir de Callimachus, tentaram manter registro dos pertences da biblioteca através de um catalogo de assuntos. Nisso eles seguiram a divisão do conhecimento como sugeria Aristóteles, ou ao menos seu estilo de organização que tenha caído dentro da categoria de “filosofia” em subdivisões de observações e ciências dedutivas.


Bibliografia
CASSON, Lionel. O Antigo Egito. Rio de Janeiro: José Olympio. 1972
CANFORA, Luciano. The Vanished Library. trans. Martin Ryle. University of California Press. Berkely: 1989.
JOHNSON, Emer D. History of Libraries in the Western World. Scarecrow Press, Inc. Metuchen: 1970.
http://www.unesco.org/webworld/alexandria_new/index.html

Fonte:
SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade
http://ekso.tripod.com/hist1/1-bib.htm
 

quinta-feira

Retrato de Jesus





 Há muito tempo, especialmente naqueles antigos programas do Paiva Netto (que aliás, nem ao menos sei ainda são transmitidos aparecia este retrato de Jesus que sempre me chamou atenção de uma maneira indefinível. Achava que era um tipo de nostalgia pois me lembro bem que meu avô tinha um pequeno armário aonde quardava seus documentos e que aliás hoje guarda muitos de meus livros aonde um adesivo com a mesma figura estava afixado nele. De qualquer forma considerava uma figura marcante. Procurando a esmo na internet por figuras do mestre reencontrei a mesma e vim saber mais sobre ela.

Este retrato de Jesus foi obtido através de um médium durante o Congresso Espírita Internacional, realizado em Paris, no ano de 1925. Curiosamente ele lembra demais a figura obtida pelo cientistas com imagens 3D trabalhadas sobre o Santo Sudário.


 E, consequentemente, também lembra a figura obtida pela sensitiva Akiane Kramarik.

 

Existe um documento que se não me falha a memória está em posse do Vaticano, do senador Publius Lentulus, cuja a existência pode ser comprovada historicamente que endereça uma carta com a descrição física de Jesus endereçada ao Imperador romano Tibério César.

A carta foi encontrada nos arquivos do Duque de Cesadini, em Roma. Acompanhem:

"Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado.

Em verdade, Ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos em uma só palavra; é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta majestade no rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes".

A descrição física a seguir é extremamente semelhante ao retrato obtido:

"Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol"..


quarta-feira

O poder da Medicina Natural




Maçã: Protege o seu coração. Evita constipação. Bloqueia a diarreia. Melhora capacidade dos pulmões. Amortece as articulações.
Alcachofra: Ajuda na digestão. Baixa o colesterol. Protege o seu coração. Estabiliza o açúcar no sangue. Protege contra doenças do fígado.
Abacate: Combate as diabetes. Baixa o colesterol. Previne as tromboses. AVC .Controla pressão arterial. Suaviza a pele.
Banana: Protege o seu coração. Atenua a tosse. Fortalece os ossos. Controla a pressão arterial. Bloqueia a diarreia .
Feijão: Evita constipações. Atenua o hemorroidal. Baixa o colesterol. Previne o cancro. Estabiliza o açúcar no sangue.
Beterraba: Controla a pressão arterial. Previne o cancro .Fortalece os ossos.Protege o seu coração .Ajuda a perder peso.
Brócolos: Fortalece os Ossos .Poupa a Visão .Previne o cancro .Protege o seu coração. Controla a pressão arterial.
Couve: Previne o cancro. Evita a prisão ventre .Ajuda a perder peso .Protege o seu coração .Atenua o hemorroidal.
Melão: Poupa a Visão .Controla a pressão arterial .Baixa o colesterol .Previne o cancro .Fortalece o sistema imunitário.
Cenoura: Poupa a Visão. Protege o seu coração .Evita a prisão de ventre .Previne o cancro. Ajuda a perder peso.
Couve-Flor: Previne o cancro da Próstata. Previne o cancro da Mama. Fortalece os ossos. Elimina escoriações .Previne a doença do coração.
Cereja: Protege o seu Coração. Previne o cancro.Acaba com as insónias .Tarda o envelhecimento .Protege contra a doença de Alzheimer.
Castanha: Ajuda a perder peso. Protege o seu coração. Baixa o colesterol .Previne o cancro .Controla a pressão arterial.
Figo: Ajuda a perder peso. Previne as tromboses. AVC .Baixa o colesterol. Previne o cancro .Controla a pressão arterial.
Peixe: Protege o seu coração. Estimula a memória.  Previne o cancro .Fortalece o sistema imunitário.
Alho: Baixa o colesterol .Controla a pressão arterial .Previne o cancro .Mata bactérias .Combate Fungos.
Uva: Poupa a Visão. Previne pedra nos rins. Previne o cancro. Aumenta o fluxo de sangue .Protege o seu coração.
Chá Verde: Previne o cancro .Protege o seu coração .Previne as tromboses .AVC Ajuda a perder peso Mata bactérias
Mel: Cura Feridas .Ajuda a digestão .Previne contra Úlceras. Aumenta a energia. Combate alergias.
Limão :Previne o cancro. Protege o seu coração. Controla a pressão arterial. Suaviza a pele.
Manga: Previne o cancro. Estimula a memória. Regula a tiroíde. Ajuda na digestão. Protege contra a doença de Alzheimer.
Cogumelo: Controla a pressão arterial. Baixa o colesterol. Mata bactérias. Previne o cancro. Fortalece os ossos.
Aveia: Baixa o colesterol.Previne o cancro. Combate a diabetes. Evita constipação. Suaviza a pele.
Azeite: Protege o coração. Ajuda a perder peso. Previne o cancro. Combate a diabetes. Suaviza a pele.
Cebola: Reduz risco de ataque cardíaco. Previne o cancro. Mata bactérias. Baixa o colesterol. Combate Fungos.
Laranjas: Fortalece o sistema imunitário. Previne o cancro. Protege o seu coração. Favorece a respiração.Elimina o escorbuto.
Pêras: Evita a Constipação. Previne o cancro. Previne as tromboses. AVC. Ajuda a digestão.
Ameixas :Tarda o envelhecimento. Evita Constipação. Estimula a memória. Baixa o colesterol. Protege contra doença do coração.
Arroz: Protege o seu coração. Combate a diabetes. Previne pedra nos rins. Previne o cancro. Previne as tromboses. AVC.
Morango: Previne o cancro. Protege o seu coração. Estimula a memória. Acalma o stress.
Batata doce: Poupa a sua Visão. Levanta a disposição. Combate o Cancro. Fortalece os ossos.
Tomate: Previne o cancro na próstata. Previne o cancro. Baixa o colesterol. Protege o seu Coração.
Nozes: Baixa o colesterol. Previne o cancro. Estimula a memória. Melhora a disposição. Protege contra doenças do coração.
Água: Ajuda a perder peso. Previne o cancro. Previne pedra nos rins. Suaviza a pele.
Melancia:Previne o cancro na próstata. Promove a perca de peso. Baixa o colesterol..

terça-feira

Ghandi, o filme





Tive oportunidade de ver este filme recentemente, idos de 2009/2010. E apreciei muito. Ghandi é em si, uma das figuras mais intrigantes, carismáticas e preciosas do século vinte. E minha admiração por sua trajetória é de longa data. Por todo o século XX, Gandhi foi considerado um exemplo de humanismo e caráter, a ser seguido e ovacionado num período em que o capitalismo e a desigualdade social falavam mais alto. Albert Einstein já havia dito “que poucos acreditarão que um ser humano como este, em carne e osso, passou pela Terra”. Richard Attenborough conseguiu fazer uma bela homenagem à Gandhi, o filme atinge seu propósito com precisão – e nos abre os olhos para a construção de um mundo melhor. O filme teve uma inspirada atuação de Bem Kingsley e emociona em vários momentos. Foi lançado em 1982, sendo uma produção britânica-indiana, do gênero drama biográfico, com direção de Richard Attenborough.


O diretor Richard Attenborough levou cerca de 20 anos para viabilizar e concluir o filme Gandhi, projeto pessoal surgido após um profundo estudo sobre o famoso profeta. O diretor tenta captar, paulatinamente, toda a revolta que surge na mente de Gandhi (iniciada assim que o mesmo é expulso da primeira classe de um trem por ser considerado “de cor” pelos comissários de bordo); Um destaque é a fotografia (de Ronny Taylor e Billy Williams) que captura imagens monumentais das paisagens indianas; a figuração, já que mais de 200 mil figurantes compuseram a cena do funeral de Gandhi, e outros 100 mil reconstituíram a famosa cena à beira mar, em que o profeta defende a ideia de que o sal marinho não é propriedade do império; e claro, Ben Kingsley (vencedor do Oscar), que impressiona principalmente pela caracterização e pelo tom exato de sentimentalismo. Quem conhece um pouco da história de Gandhi, sabe que ele era um homem que pregava a paz (mesmo que seus seguidores interpretassem, muitas das vezes, a luta contra o imperialismo como uma disputa de sangue, e não de ideais). A voz suave e os trejeitos bondosos de Mahatma Gandhi são fielmente reproduzidos por Kingsley, nesta que é uma de suas melhores atuações..


Desde o século XVIII, por meio da Companhia Inglesa das Índias Orientais, o Império Britânico passou a colonizar gradativamente o território indiano, assumindo já no século XIX, todo o controle político e conseqüentemente o domínio militar e cultural. A trajetória de lutas pela independência da Índia teve um importante marco com a Revolta dos Cipaios (1857), que foi sufocada pelo Imperialismo britânico. Outro grande marco de lutas pela liberdade indiana foi a propagação da política de não-violência liderada por Mahatma Gandhi. É justamente sobre esse tema que Richard Attenborough dirige seu filme biográfico. Trata-se de um filme indicado para o Oscar em onze categorias e ganhador de oito - um drama biográfico produzido por ingleses e indianos.

O filme começa com o assassinato do grande líder e seqüencialmente com o seu cortejo fúnebre. Em flashback, volta-se ao passado, para o tempo em que o jovem advogado Gandhi encontrava-se na África do Sul. Período esse em que teve contato pela primeira vez com o regime de extrema discriminação racial - o apartheid. Acredita-se que o episódio em que fora expulso de um trem por se recusar a deixar a primeira classe, seja o “despertar de sua consciência social”, sua visão humanista e universalizante.


O diretor procura enfatizar mais elementos idealistas da política de Gandhi - elementos esses muito admirados pelo Ocidente -, do que o central de suas idéias políticas. A partir de então, começam as inúmeras manobras de desafio às autoridades britânicas em nome dos direitos civis da minoria hindu na África do Sul, contestando o sistema social baseado na desigualdade: se apropria da desobediência como instrumento para tanto. A sua popularidade já é notória tanto entre hindus e muçulmanos, quanto para os ingleses na Índia indicando o impacto das suas campanhas de enfrentamento às políticas de dominação inglesa na África do Sul. Podemos imaginar o seu período de passagem pela colônia sul-africana como de um laboratório. Foi lá que fez uso da desobediência civil pela primeira vez, fez uso da técnica que chamou de “Satyagraha” (força da verdade) - negação à submissão da injustiça contra a obrigatoriedade de registro do povo hindu; mobilizou os trabalhadores para protestar por conquista de direitos dos indianos na África do Sul, entre algumas manifestações que evidenciaram a aplicabilidade da técnica da desobediência como instrumento de confrontação e mobilização das massas indianas.

Desde o início do filme, podemos observar o seu caráter conciliador: Gandhi é o elo que unificam hindus e muçulmanos no processo de libertação do domínio imperialista britânico. A política da não-agressão alcançou não só o apoio das massas, mas também a burguesia indiana e o reconhecimento internacional. No entanto, sua aplicabilidade foi pensada para a realidade daquela Índia de inícios do século XX. O carisma de Mahatma Gandhi teve força para mobilizar as massas indianas, sendo a independência o propósito libertador que unia hindus e muçulmanos. Pouco a pouco, levando suas palavras motivadoras e pacifistas aos diversos povos por toda a Índia, Gandhi vai sistematicamente minando o sistema de dominação inglês: a união de hindus, siques e muçulmanos pela independência, a recusa dos camponeses em pagar os impostos, igualdade para as mulheres, a recusa à bebida alcoólica, o boicote ao tecido inglês, a marcha do sal, forçaram o Vice-rei da Índia a ceder a políticas reformadoras paulatinamente, desmoralizando a dominação inglesa. Nesse período Gandhi já sabia que a independência era questão de tempo.


Ao final, durante as conversações para o estabelecimento do Estado indiano independente, podemos verificar o início do que representaria mais tarde o maior desapontamento de Mahatma Gandhi: a divisão do país e a fundação do Domínio do Paquistão, em 1947 numa porção leste e outra à noroeste da Índia. Manter a Índia unificada entre hindus, siques e muçulmanos era uma pretensão nacionalista baseada em princípios e ideais humanistas, porém de fato seria insustentável. O carismático Gandhi teve força para manter os povos unidos contra a dominação imperialista britânica, mas não o bastante para conter interesses conflitantes de muçulmanos e hindus. Se por um lado estava representado na fundação do Paquistão um duro golpe nos ideais nacionalistas de Gandhi, sua maior vitória está na consolidação da independência indiana, diante de uma Inglaterra desmoralizada pela incapacidade de conter as mobilizações das massas baseadas na prática da não-violência.


Fonte:
http://obradoretumbante.wordpress.com/
Wikipédia, a enciclopédia livre

segunda-feira

Vingadores do Espaço


 


Outra lembrança dos bons tempos da infância. Os heróis japoneses faziam mesmo nossa alegria. Assistia a todos. Spectreman, Ultraman, Ultraman Goh, Ultraseven, Vingadores do Espaço e Robô Gigante eram os heróis orientais cuja aventuras acompanhávamos com alegria e encantamento. Temíamos os monstros e alienígenas, vibrávamos quando os heróis usavam seus raios, armas e poderes diversificados para vencer. Ficávamos curiosos com os novos planos dos vilões alienígenas. Como haviam muitas séries ao mesmo tempo, não faltavam histórias. Depois era só sair para o quintal brincar de ser o seu herói favorito ou passar horas desenhando aventuras com eles. Fiz de tudo isso. E ainda bem que fiz. Anos 80. Séries, Desenhos, Brinquedos, Guloseimas. Quem viveu, viveu. 




Reminiscências a parte, na época eu mal desconfiava que a série houvesse sido produzida nos anos 60! Afinal, mal notávamos que os 52 episódios de Vingadores do Espaço esbanjavam maquetes de cidades feitas de isopor, bonequinhos e foguetinhos presos por linhas para voar e, fantasias de látex ­ e no caso de Goldar e de Rodak, roupas feitas de espuma. O que importava era a aventura, afinal de contas.


Outra informação importante que eu não poderia saber é que os Vingadores eram baseados na obra de Osamu Tezuka. O grande mestre criador de “Hinotori”, “Astro Boy”, “A princesa e o cavaleiro” entre outros. A série era então baseada na história de Tezuka e publicada como suplemento da revista Shonen Gahosha Magazine com o nome de "Ambassador Magma". O cartunista Tomio Sagisu, fundador da P-Productions entrou em contato com Tezuka e sua firma Mushi Productions para trasladar o personagem numa série de ação. Tezuka, que já havia planejado uma versão em desenhos animados, aceitou prontamente. O argumento televisivo tampouco era fiel ao original, convertendo-se nada mais do que uma continuação dos mangás. A série alcançou um sucesso maior no Japão, graças a fabulosa campanha de marketing realizada pelo gênio do mangá Osamu Tezuka e por ter sido a primeira série de TV em cores exibida na TV japonesa. O seriado foi apresentado originalmente pela rede de televisão japonesa Fuji Television entre 4 de julho de 1966 a 25 de setembro de 1967, num total de 52 episódios. Tomando como base as publicações do manga criado por Osamu Tezuka, Vingadores do Espaço tinha intenção de trazer uma história para a televisão que conseguisse concorrer diretamente com a série Ultraman produzida no mesmo ano por Eiiji Tsuburaya.


Falemos sobre o enredo. Na série televisiva a Terra está em perigo pois o cruel alienígena Rodak (Eu admito que achava o vilão mais temeroso na época. Ao menos visualmente, ao menos mais do que o macaco loiro Dr. Gori) quer dominar o planeta usando vários demônios e monstros para atacar o Japão.



Como conquistador de vários outros sistemas, o morcego espacial Rodak ambiciona acrescentar o nosso planeta à sua "coleção" e para isso ele envia vários monstros na tentativa de tomar o controle da Terra. Preocupado com o nosso planeta o velho sábio Matuzen do planeta ZFS, que residente no coração do vulcão no Monte Olimpo, envia a Terra duas de suas principais criações: os robôs Goldar e sua esposa Silvar.Goldar é um robô dourado (daí o seu nome), com uma altura de 14 pés e pesando 20 toneladas, já sua esposa Silvar, mesmo sendo uma robô prateada e com um tamanho humano, também tem as mesmas capacidades de combate do esposo. Todos têm antenas grandes que emitem raios Gama e transformam-se em foguetes e por uma abertura no tórax podem lançar mísseis.


Aqui na Terra Goldar conhece o garoto Miko, filho do famoso jornalista Tom Mura, este é ameaçado pelo tirano do espaço e toda sua família se vê envolvida de uma hora para outra numa verdadeira guerra. Quando Miko foi levado ao Monte Olimpo, Goldar e sua esposa ficaram encantados com a figura de uma criança e pediram a Matuzen para criar um filho para eles, surgia o garoto Gam, um menino foguete. Para proteger Miko e sua família, Matuzen entrega ao garoto um apito com o qual ele pode chamar Goldar e os outros de onde estiver, de posse do apito ele chamava os vingadores quando estava em perigo. Quando Miko assoprava o apito (em forma de foguete) uma vez,  chamava Gam; Silvar era chamada com dois sopros e Goldar com três sopros.

No Brasil a estréia de Os Vingadores do Espaço se deu na extinta Rede Tupi  em 1973 e ficou por um ano na emissora, sendo reapresentada na Rede Record no final dos anos setenta até sua última reprise na metade dos anos oitenta quando passava nas tardes da TV Bandeirantes, já com uma nova dublagem. Em 1993 o herói e sua família ganharam uma série em animação chamada Maguma Taishi (Embaixador Magma em português), mas que durou apenas 13 episódios.

Um marco importante deste seriado foi que nele foi introduzido o conceito básico de “robôs- transformers” (o herói e sua família viravam foguetes) e, em segundo, deu origem, em 1966, a primeira série live-action produzida totalmente à cores no Japão, a estréia de Ultraman foi praticamente uma semana depois. Nos anos 70, Vingadores pintou nos Estados Unidos. Foi nessa época que a série ganhou o nome americanizado de Space Avangers (que, ao chegar no Brasil virou Vingadores do Espaço) e seus personagens tiveram seus nomes adaptados para o público yankee. No Brasil a série também chegou na década de 70. Primeiro foi ao ar no Programa do Capitão Aza (com “z” mesmo) e mais tarde, já às portas dos anos 80, na TV Record ao lado de Sawamu, Robô Gigante, Ultra Seven, Pinócchio, Popeye e Spectreman (que seleção, hein? Era muito bacana de assistir tudo isto).


Assim foi os Vingadores do Espaço. Verdade seja dita me irritava o garoto que sempre tinha que chamar a família inteira um por vez. Ora, se a encrenca é a de sempre porque não chamar logo o Goldar? A gente era criança, mas não era burro! Hahaha! Mas, enfim são as incoerências da fantasia, fantasia e inocência que bem fazem falta a infância de hoje..


Fonte:
http://www.infantv.com.br/
http://henshin.uol.com.br/

sexta-feira

Aumente sua resistência natural às doenças.



 


"O jejum é um método natural de cura. Quando adoecem, os animais e os selvagens jejuam. A máquina do corpo tem assim uma oportunidade de purificar-se e conseguir o necessário repouso. A maioria das doenças pode ser curada com um jejum criterioso. Exceto no caso de insuficiência cardíaca, períodos regulares de jejuns curtos têm sido recomendados pelos iogues como excelente regra de saúde. Outro método eficiente de cura do corpo físico é o uso adequado de ervas ou seus extratos.

 Ao usarmos remédios, muitas vezes descobrimos que não são bastante poderosos para promover a cura, ou que são tão poderosos que irritam os tecidos orgânicos, em vez de curá-los. Analogamente., a exposição a certos tipos de "raios terapêuticos" queima os tecidos. São tantas as limitações dos métodos físicos de cura!

 Melhores que remédios são os raios do sol. Possuem um maravilhoso poder de cura. Deve-se tomar um banho de sol de 10 minutos todos os dias. Dez minutos diários têm melhor efeito do que exposições ocasionais por períodos mais prolongados. Um curto banho de sol todos os dias, reforçado por bons hábitos de saúde, manterá o corpo abastecido com energia vital suficiente para destruir todos os micróbios nocivos.

 As pessoas saudáveis têm um resistência natural às doenças, especialmente às infecções. A doença se instala quando diminui o poder de resistência do sangue, devido à alimentação errada, ao excesso de comida ou então quando a energia vital se esgota devido à uma atividade sexual exagerada. Conservar a energia física criadora significa prover todas as células com vibrante energia vital; o corpo então adquire uma enorme resistência às doenças. O abuso sexual debilita o corpo, tornando-o vulnerável às moléstias.

Você pode aumentar o seu tempo de vida

 Naturalmente, há maiores possibilidades de vencer a enfermidade na juventude do que na velhice. (Contudo, sempre há exceções, devido às condições cármicas). Hoje em dia,(1947,data da conferência) a duração média de vida é de 60 anos. Muitos médicos concordam que é fácil prolongar esse tempo, se mantivermos os cuidados necessários.

 Mahavatar Babaji e outros grandes mestres mantêm-se vivos há várias centenas de anos. A vida pode ser prolongada indefinidamente - não por meio de alimentos, remédios, exercícios, banhos de sol e outros meios limitados e,sim, pelo contato com o incomensurável poder de Deus. Não devemos pensar só no corpo, mas também no Espírito. Se atingirmos a perfeição na união com o Espírito, alcançaremos também a perfeição física.

Muita gente vive constantemente ocupada com seu bem-estar físico, mas negligencia o desenvolvimento mental. A chave de todo o poder está na mente. Se o homem não cultivar esse poder e for atingido por uma doença séria, poderá morrer sem a menor resistência, seja qual for a idade que tenha.

O poder de um sorriso

 Conserve a energia vital, siga uma dieta equilibrada, sorria e esteja sempre alegre. Quem encontra alegria dentro de si mesmo descobre que seu corpo está carregado de corrente elétrica, de energia vital, não do alimento, mas de Deus. Se acha que não consegue sorrir, fique diante de um espelho e puxe os lábios com os dedos para armar um sorriso. Isso é muito importante!

 Os métodos curativos que mencionei brevemente a propósito dos alimentos e da depuração do corpo por meio de jejum e ervas são de eficácia limitada; mas quando uma pessoa está alegre interiormente, atrai o auxílio do inexaurível poder de Deus. Falo da alegria sincera, não a que você finge exteriormente, sem sentir interiormente. Quando a alegria for sincera, você será um milionário de sorrisos. Um sorriso verdadeiro distribui a corrente cósmica, prana, a todas as células do corpo. O homem feliz é menos sujeito a doenças, pois a felicidade realmente atrai para o corpo um maior suprimento da energia vital universal.

 Há muito o que falar sobre o tema da cura. A idéia principal é que devemos depender mais do poder mental, que é ilimitado. As regras de prevenção contra a doença devem ser: autocontrole, exercícios, dieta apropriada, abundância de sucos de frutas, jejum ocasional e sorrisos o tempo todo -de dentro para fora. Esses sorrisos nascem da meditação. Você encontrará então o poder eterno de Deus. Em êxtase com Ele, você trará conscientemente para o seu corpo a divina presença curativa.

A cura permanente vem de Deus

 O poder da mente traz consigo a infalível energia de Deus; esse é o poder que você deseja ter no corpo. E existe um modo de atrair esse poder: a comunhão com Deus pela meditação. Quando sua comunhão com Deus for perfeita, a cura será permanente. Quando o poder causal de Deus se manifesta, o efeito terapêutico é instantâneo; nenhum decurso de tempo é necessário para a causa amadurecer em efeito.

 Muita gente angustiada tenta invocar esse poder; mas quando a cura não é imediata, perde a fé no Senhor, em vez de continuar buscando Sua ajuda. O homem que se apega a Deus está destinado a curar-se; porque Deus sabe que o devoto está orando, e não pode deixar de responder. Entretanto, quando você desiste, o Pai diz; "Muito bem. Vejo que pode viver sem Mim. Esperarei por você."

O Poder Supremo pode ser invocado por meio da fé contínua e da prece incessante. Você deve comer corretamente e fazer o que for necessário por seu corpo, mas reze ininterruptamente a Ele: "Senhor, Tu podes me curar, pois controlas os átomos vitais e as condições sutis do corpo que os médicos não conseguem alcançar com remédios." Fatores externos, como remédios e jejum, têm um certo efeito benéfico sobre o corpo físico, mas não afetam a força interna que sustenta as células. Somente quando recorremos a Deus e recebemos o Seu poder curativo, é que a energia vital se dirige aos átomos das células do corpo, produzindo a cura instantânea. Não seria melhor então depender mais de Deus?

Mas a tentativa de mudar a dependência dos métodos físicos para os métodos espirituais deve ser gradual. Se uma pessoa, acostumada a comer demais, adoece e, com a intenção de obter uma cura mental, começa repentinamente a jejuar, poderá desanimar-se caso não tenha êxito logo. Leva tempo para se mudar a maneira de pensar e passar da dependência da comida à dependência da mente. Para ser receptiva ao poder curativo de Deus, a mente deve ser treinada a acreditar no auxílio divino.

 Deste Poder Infinito vibra toda a energia atômica, manifestando-se e sustentando cada célula do universo físico. Assim como as imagens de um filme são mantidas por um facho de luz, proveniente da cabina de projeção de um cinema, também todos nós somos sustentados pelo Raio Cósmico, a Luz Divina que emana da cabina de projeção da Eternidade. Quando procurar e encontrar o Raio de Luz, verá Seu poder ilimitado reconstruindo os átomos, elétrons e vitrátons em todas as células do corpo que possam estar "defeituosas". Comungue com o Grande Terapeuta!" .


Orações para a cura divina

"Oh! Pai, desejo obter prosperidade, saúde e sabedoria sem medida, mas não de fontes terrenas e sim de tuas mãos benditas que tudo possuem, que tudo podem, que tudo dão."

- Paramahansa Yogananda
Do livro _ A cura

Fonte: http://espiritualizarpazeluz.blogspot.com.br

10 regras para o ser humano




1. Você receberá um corpo. Pode gostar dele ou odiá-lo, mas ele será seu durante essa rodada.

2. Você está matriculado numa escola informal, de período integral, chamada vida. A cada dia, nessa escola, você terá a oportunidade de aprender lições. Você poderá gostar das lições ou considerá-las irrelevantes ou estúpidas

3. Não existem erros, apenas lições. O crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não dão certo fazem parte do processo, assim como as bem sucedidas.

4. Cada lição será repetida até que seja aprendida. Cada lição será apresentada a você de diversas maneiras, até que a tenha compreendido. Quando isso ocorrer, você poderá passar para a seguinte. O aprendizado nunca termina.

5. Não existe nenhuma parte da vida que não contenha lições. Se você está vivo, há lições para aprender.

6. "Lá" não é melhor do que "aqui". Quando o seu "lá" se tornar em "aqui", você simplesmente entenderá que o melhor é viver o "aqui e o agora".

7. Os outros são apenas seus espelhos. Você não pode amar ou detestar algo em outra pessoa, a menos que isso reflita algo que você ama ou detesta em si mesmo.

8. O que fizer de sua vida é responsabilidade sua. Você tem todos os recursos de que necessita. O que fará com eles é de sua responsabilidade. A escolha é sua.

9. As respostas estão dentro de você. Tudo o que tem a fazer é meditar, analisar, ouvir e acreditar.

10. Você se esquecerá de tudo isto!..

quarta-feira

Propriedades Terapêuticas das cores

Vermelho: Dá eergia e vitalidade. Estimula o sangue e libera adrenalina. Combate resfriados sem febre. Dispensa o cansaço e ameniza dores reumáticas.

Alaranjado: Tonifica, combate a fadiga, estimula o sistema respiratório e fixa o cálcio no organismo. Aumenta o otimismo.

Amarelo: Estimula o sistema nervoso central, contribui para a regeneração de problemas ósseos, bom para prisão de ventre, potencializa o fósforo e o sódio. Estimula o intelecto.

Verde: Favorece o equilíbrio hormonal, estimula órgãos digestivos, tem ação refrescantes e anti-infecciosa. Alivia a insônia.

Azul: Calmante, analgésico, indicado nas infecções com febre. Atua no sistema nervoso, vasos, artérias e todo o sistema muscular. Combate o egoísmo e traz a harmonia.

Índigo: Ação coagulante. Atua diretamente na corrente sangüínea. Usado em casos de ferimentos e sangramentos em geral. Estimula os cincos sentidos e a intuição.

Violeta: Ação calmante e purificadora do sangue. Elimina toxinas e estimula a produção de leucócitos. Bom nos casos de pneumonia, tosse seca, asma, irritação da pele e dor ciática. reduz medos e angústias, diminui a irritação.

Efeito das cores:

Branco: Pureza, paz e virtude

Vermelho: Paixão

Amarelo: Ouro

Laranja: Alma humana

Verde: Natureza/ Mata/ Saúde

Azul: Espiritual

Violeta: Devoção e energia

Rosa: Amor

Preto: Isolamento

Marrom: Terra

Algumas dicas para as cores da roupa..

Branco: vista branco quando estiver necessitando de paz, calma e sentir necessidade de estar limpo, puro.

Vermelho: vista vermelho quando precisar de coragem, força de vontade; quando sentir necessidade de atrair alguém. É um estímulo sexual e é muito atraente.

Amarelo: quando necessitar o tonificar o sistema nervoso, para estimular a intuição e atrair dinheiro.

Laranja: para obter sucesso monetário.

Verde: para ganhar presentes, para diminuir seu stress.

Azul: para obter harmonia, paz e tranqüilidade.

Violeta: Para buscar inspiração e imaginação.

Rosa: para encontrar a felicidade e obter a simpatia.

Preto: elegância e afastar invejosos.

Marrom: é bom evitar usar roupas desta cor.

Adaptado do livro "Diário de Magia - Manual de Esoterismo" de J. Dellamonica, Editora Madras.

terça-feira

Renascimento

O pensamento medieval, dominado pela religião, cede lugar a uma cultura voltada para os valores do indivíduo. Os artistas, inspirando-se uma vez mais no legado clássico grego, buscam as dimensões ideais da figura humana e a representação fiel da realidade. Esse período corresponde à Baixa Idade Média e início da Idade Moderna (do século XIII ao XVI) e pode ser dividido em Duocento (1200 a 1299), Trecento (1300 a 1399), Quattrocento (1400 a 1499) e Cinquecento (1500 a 1599).

Duocento e Trecento – No século XIII, o gótico começa a dar lugar para uma arte que resgata a escala humana. São as primeiras manifestações do que, mais tarde, se chamaria Renascimento. A principal característica dessa mudança é o surgimento da ilusão de profundidade nas obras. Em Siena, Duccio da Buoninsegna e, em Florença, Cimabue e sobretudo seu aluno Giotto são os pioneiros desse novo mundo. Nos afrescos de Giotto, na igreja de Santa Croce, em Florença, por exemplo, pode-se ver figuras mais sólidas do que as góticas, situadas em ambientes arquitetonicamente precisos, dando impressão de existência concreta: é o nascimento do naturalismo. No século XIV, escultores como Donatello (o "Michelangelo" do Trecento) aprimoram a técnica.

Giotto da Bondone (1266?-1337?), pintor e arquiteto italiano. Nasce em Florença, estuda com o pintor Cimabue, com quem trabalha também em Roma, e se torna um dos principais artistas de sua época. Os afrescos de Santa Croce e a torre do Duomo são suas principais obras em sua cidade natal. Revoluciona a arte ao conseguir dar expressão e profundidade às figuras humanas.

Quattrocento – No século XV, Piero della Francesca (afrescos na catedral de Arezzo) desenvolve uma pintura impessoal e solene, misturando figuras geométricas e cores intensas. O arquiteto e escultor Filippo Brunelleschi, criador da cúpula do Duomo de Florença, concebe a perspectiva, artifício geométrico que cria a ilusão de tridimensionalidade numa superfície plana. Defende a técnica e seus princípios matemáticos em tratados. A ela aderem artistas como Paolo Uccello (Batalha de São Romano), Sandro Botticelli (Nascimento de Vênus), Leonardo da Vinci (Mona Lisa), Rafael Sanzio (Madona com menino) e Michelangelo (Davi, Moisés e Pietá; teto e parede da Capela Sistina, no Vaticano; cúpula da Basílica de São Pedro). Michelangelo chega a um grau de sofisticação representativa que prenuncia o barroco em suas figuras. Na Bélgica e Holanda, nesse período, surgem os representantes do renascimento flamengo como Jan van Eyck, Hans Memling e Rogier van der Weyden, que desenvolvem a pintura a óleo.

Donatello (1386?-1466), escultor italiano. Donatto di Bardi nasce em Florença, começa como ourives e aos 17 anos aprende a esculpir em mármore. Inicia-se, como assistente, nas portas do batistério de Florença e realiza uma obra imensa. Esculturas como Davi, Madalena e São Jorge estão entre as mais marcantes, por seu poder de produzir tensão emocional.

Leonardo da Vinci (1452-1519), artista, arquiteto, inventor e escritor italiano. Nasce em Florença, se torna aprendiz de Andrea Verrocchio e recebe a proteção de Lorenzo de Medici. Entre 1482 e 1499 vive em Milão, onde pinta o afresco da Última ceia. Em Florença, entre 1503 e 1506, pinta a Mona Lisa. Vive em Roma, entre 1513 e 1517, onde se envolve em intrigas do Vaticano, e decide ir se juntar à corte do rei francês Francisco I. Nos estudos científicos, prenuncia a invenção de peças modernas como o escafandro, o helicóptero e o pára-quedas. Seu Tratado sobre a pintura é um dos livros mais influentes da história da arte. O maior representante do Renascimento, Da Vinci inaugura o antropomorfismo em sua arte e pensamento: "O homem é a medida de todas as coisas".

Michelangelo Buonarroti (1475-1564) escultor, pintor, poeta e arquiteto italiano. Nasce em Caprese, estuda em Florença e ganha a proteção de Lorenzo Medici. Em Roma, aos 23 anos, inicia a Pietá. De volta a Florença, esculpe Davi e pinta A Sagrada Família. Em 1508 começa a pintar sozinho os afrescos do teto da Capela Sistina, trabalho que dura quatro anos. Em 1538 pinta a parede do Juízo Final, na mesma capela. Oito anos depois, projeta a cúpula da Basílica de São Pedro. Ao mesmo tempo, retoma a Pietá e esculpe também a Pietá Palestrina e a Pietá Rondanini.

Cinquecento – Em Veneza, no século XVI, com pintores como Tintoretto, com sua grandiosidade, Ticiano, com seu uso de cores, Veronèse, com seu senso espacial, e Giorgione, com sua expressividade, começa a última fase do Renascimento. Abandonam a primazia da forma sobre a cor e a perspectiva rigorosa. Na Espanha, influenciado por Tintoretto, El Greco (pseudônimo de Domenico Theotokopoulos) alonga as figuras, usa cores mais expressivas e contrastes dramáticos de luz e sombra (O enterro do conde de Orgaz). Na França, além do maneirismo (o naturalismo levado ao máximo de detalhes e efeitos) da Escola de Fontainebleau, destacam-se os retratos alegóricos de François Clouet (Diana). Na Holanda, Pieter Bruegel cria uma rica pintura narrativa, documentando costumes de época (Caçadores na neve), e Hieronymus Bosch pinta figuras oníricas, em cenários fantásticos, repletos de simbolismo (O jardim das delícias terrenas). Na Alemanha, surge uma pintura mais clássica, próxima do renascimento romano-florentino. O grande mestre é Albrecht Dürer, que influencia Lucas Cranach, Albrecht Altdorfer, Matthias Grünewald e os dois Hans Holbein, pai e filho.

Jacopo Robusti Tintoretto (1515-1594), pintor italiano. Nasce em Veneza. Pouco se sabe de sua vida. Em 1564, pinta cenas do Velho Testamento no teto da irmandade de San Rocco, da qual é membro. Influenciado por Michelangelo e Ticiano, experimenta composições grandiosas e efeitos de luz que influenciam a arte posterior. Revoluciona a forma narrativa, modificando a hierarquia clássica das histórias religiosas..

Referências bibliográficas

· ANDRADE, Mário de. Aspectos das artes plásticas no Brasil. São Paulo: Martins, 1965.

· SOUZA, Alcídio Mafra de. Artes plásticas na escola. 5.ed. Rio de Janeiro: Bloch, 1974.

· SANTOS, João Carlos Lopes dos. O manual do mercado de arte: uma visão profissional das artes plásticas e seus fundamentos práticos. São Paulo: Julio Louzada, 1999

· PIJOAN, Jose. História da arte. (Rio de Janeiro): Salvat, c1978.

· CAVALCANTI, Carlos. História das artes: curso elementar. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

· BARRAL I ALTET, Xavier. História da arte. Campinas, SP: Papirus, 1990.

Fonte: http://www.conhecimentosgerais.com.br/artes-plasticas/renascimento.html