Panacéia dos Amigos

VISITAÇÃO

sexta-feira

Hinduísmo

O Om ou Aum é , além do símbolo do Hinduísmo, o principal mantra do Hinduísmo. Assim como muitos outros mantras, este também está presente no Budismo e no Jainismo e representa o trimurti, isto é, o conjunto formado pelas três principais divindades hindus: Brahma, o Criador do universo; Vishnu, o Reformador do universo; e Shiva, o Destruidor (ou Transformador) do universo. Sua forma é semelhante à de um número três e, como os outros mantras, funciona como uma espécie de oração, mas não relata um diálogo direto com seus deuses.

Islamismo

O símbolo do Islã é a Lua Crescente com uma Estrela. Tal símbolo pode ser observado em branco na bandeira vermelha da Turquia, fato explicável, se levar-se em consideração que cerca de 99% da população turca pertence ao islamismo. O Islamismo é uma das principais religiões abraâmicas e foi criada pelo profeta Maomé, tomando como base os ensinamentos de outras religiões abraâmicas.

quarta-feira

Cristianismo

A Cruz foi adotada como símbolo pelo Cristianismo por causa de Jesus Cristo ter sido crucificado e representa a Santíssima Trindade: a extremidade superior representa Deus (o Pai) no Céu, a extremidade inferior representa Jesus Cristo (o Filho) na Terra e as duas extremidades horizontais representam o Espírito Santo. O símbolo usado pelo Cristianismo primitivo era o Peixe. A forma da cruz vária de acordo com cada tradição, como a cruz latina, grega, cópta, de Santo Antão, lábaro etc.

Taoísmo

O Yin-Yang é o símbolo do Taoísmo, uma das mais conhecidas religiões dharmicas. Um círculo dividido ao meio por uma linha ondulada; uma metade é negra (yin) e a outra é branca(yangh). Cada metade tem também um pequeno círculo da cor oposta, ou seja, a metade branca tem um círculo negro e a negra tem um círculo branco. Esse símbolo representa o equilíbrio das forças positivas e negativas do universo: a metade negra representa o negativo, o escuro, a noturno e o feminino e a metade branca representa o suave, o iluminado, o diurno e o masculino.

O círculo menor representa a presença de cada um no outro. Alguns estudiosos sem excepcional experiência com a filosofia chinesa clássica dizem que o yang é o bem e o yin é o mal; contudo, segundo o físico teórico Fritjof Capra, influenciado pela obra de estudiosos como Needham, o mal e o nocivo não são o yin, mas o desequilíbrio entre os dois pólos yin-yang e o bem não é o yang, é o equilíbrio dinâmico entre estes dois pólos arquetípicos que formam o Tao. Na concepção chinesa, todas as manifestações do Tao são geradas pela

interação dinâmica desses dois pólos arquetípicos, os quais estão associados a numerosas imagens de opostos colhidas na Natureza e na vida social. É importante, e muito difícil para nós, ocidentais, entender que esses opostos não pertencem a diferentes categorias, mas são pólos extremos de um único todo. Nada é apenas yin ou apenas yang.

Todos os fenômenos naturais são manifestações de uma contínua oscilação entre os dois pólos; todas as transições ocorrem gradualmente e numa progressão ininterrupta. A ordem natural é de equilíbrio dinâmico entre o yin e o yang. Os termos yin e yang tornaram-se recentemente muito populares no Ocidente, mas raramente são usados em nossa cultura na acepção chinesa. Quase sempre refletem preconceitos culturais que distorcem seriamente seu significado original. Uma das melhores interpretações é dada por Manfred Porkert em seu estudo abrangente da medicina chinesa. Segundo Porkert, o yin corresponde a tudo o que é contrátil, receptivo e conservador, ao passo que o yang implica tudo o que é expansivo, agressivo e exigente.

Na cultura chinesa, o yin e o yang nunca foram associados a valores morais. Desde os tempos mais remotos da cultura chinesa, o yin está associado a feminino e o yang ao masculino. Essa antiga associação é extremamente difícil de de avaliar hoje, por causa de sua reinterpretação e distorção em subseqüente eras patriarcais. Em biologia humana, as características masculinas e femininas não estão nitidamente separadas, mas ocorrem, em proporções variáveis, em ambos os sexos. Da mesma forma os chineses acreditavam que todas as pessoas , homens ou mulheres, passam por fases yin e yang. A personalidade de cada homem e de cada mulher não é uma entidade estática, mas um fenômeno dinâmico resultante da interação entre elementos masculinos e femininos. Essa concepção da natureza humana está em contraste flagrante com a da nossa cultura patriarcal, que estabeleceu uma ordem rígida em que se supõe que todos os homens, machos, são masculinos e todas as mulheres, fêmeas, são femininas, e distorceu o significado desses termos ao conferir aos homens os papéis de protagonistas e a maioria dos privilégios da sociedade. Em virtude dessa predisposição patriarcal, a freqüente associação do yin com a passividade e do yang com a atividade é particularmente perigosa. Em nossa cultura, as mulheres têm sido tradicionalmente retratadas como passivas e receptivas, e os homens como ativos e criativos.

Essas imagens remontam à teoria da sexualidade de Aristóteles, e têm sido usadas ao longo dos séculos como explicação científica para manter as mulheresnum papel subordinado, subserviente, em relação aos homens. A associação do yin com passividade e do yang com atividade parece ser ainda uma outra expressão de estereótipos patriarcais, uma moderna interpretação ocidental que está longe de refletir o significado original dos termos chineses. É um símbolo muito presente não só na religião, mas também em toda a cultura do mundo contemporâneo e é conhecido tanto no Ocidente quanto no Oriente. Um exemplo disso é o brasão de armas do renomado físico de Mecânica Quântica Niels Bohr que tem o símbolo chinês do Tao yin-yang e acima deste a frase, em Latim: "Contraria sunt complementa" que significa os opostos ou os contrários (Contraria) são (sunt, terceira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo sum, ser/estar, existir, cujo infinitivo é esse) complementares (complementa).

segunda-feira

Jainismo

O jainismo ou jinismo é uma das religiões mais antigas da Índia, juntamente com o hinduísmo e o budismo, compartilhando com este último a ausência da necessidade de Deus como criador ou figura central. Considera-se que a sua origem antecede o Bramanismo, embora seja mais provável que tinha surgido na sua forma actual no século V a.C., em resultado da acção religiosa do Mahavira.

Vista durante algum tempo pelos investigadores ocidentais como uma seita do hinduísmo ou uma heresia do budismo, devido à partilha de elementos comuns com estas religiões, o jainismo é contudo um fenómeno original. Ao contrário do budismo, o jainismo nunca teve um espírito missionário, tendo permanecido na Índia, onde os jainas constituem hoje cerca de quatro milhões de crentes. Pequenas comunidades jainas existem também na América do Norte e na Europa, em resultado de movimentos migratórios. A palavra jainismo tem as suas origens no verbo sânscrito jin que significa "conquistador". Os seus adeptos devem combater, através de uma série de estágios, as paixões de modo a alcançar a libertação do mundo.

Sua visão básica é dualista. A matéria e a mônada vital ou jiva são de natureza distinta, e durante sua vida o ser vivente (seja humano ou animal) tinge sua mônada como resultado de suas ações. Para se purificar, esta religião propõe um extremo ascetismo e o colocar em prática da doutrina da não-violência ou ahimsa.

Origens

Segundos os historiadores da religião, o jainismo estabeleceu-se na Índia em meados do primeiro milénio a.C.. O seu fundador foi o Mahavira, existindo duas propostas para o período em que viveu:

599 a.C. - 527 a.C (data tradicional apontada pelo jainismo) ou 540 a.C - 470 a.C. (segundo os académicos). Nasceu perto de Patna, naquilo que é hoje o estado do Bihar. Foi um contemporâneo do Buda, tendo pregado na mesma região geográfica, embora não conste que os dois mestres se tenham alguma vez encontrado. Pertencia à casta dos guerreiros (xátrias), casou, viveu no luxo até que por volta dos trinta anos tornou-se um mendigo errante.

Entregou-se a longos processos ascéticos até obter a iluminação, tendo consagrado os restantes trinta ou quarenta anos da sua vida a pregar a sua doutrina. Faleceu em Pavapuri, no Bihar, que é desde então um dos principais locais de peregrinação jaina.

De acordo com os jainas, a sua religião é eterna, tendo sido a doutrina revelada ao longo de várias eras pelos Tirthankaras, palavra que significa "fazedores de vau", ou seja, alguém que ensinou o caminho. Os Tirthankaras foram almas nascidas como seres humanos que alcançaram a libertação (moksha) do ciclo dos renascimentos através da renúncia e que transmitiram os seus ensinamentos aos homens. Na presente era existiram 24 Tirthankaras. O último desses Tirthankaras foi o Mahavira, que os jainas não consideram como o fundador do jainismo, mas antes aquele que lhe deu a sua forma actual. O 23º Tirthankara foi Parshva, que os historiadores consideram ter sido provavelmente uma figura histórica que viveu cerca de três séculos antes do Mahavira. Os jainas acreditam que Parshva pregou os 4 grandes princípios do jainismo, a saber: não-violência (ahimsa), evitar a mentira, não se apropriar do que não foi dado e não se apegar às posses materiais; o Mahavira acrescentou o princípio da castidade.

Divisões internas

Templo jaina na cidade de Ahmedabad no GujarateOs jainas encontram-se divididos em dois grupos principais: os Digambara ("Vestidos de espaço") e os Svetambara (ou Shvetambara, "Vestidos de branco"). Cada um destes grupos encontra-se por sua vez dividido em vários subgrupos. A maioria dos jainas pertencem ao grupo Svetambara.

A origem destes dois grupos situa-se no século I d.C (ou talvez no século III d.C, segundo alguns

autores) e deve-se a disputas em torno dos textos que devem constituir as escrituras do jainismo. Os Svetambara consideram que as suas escrituras estão mais próximas dos ensinamentos originais do Mahavira, enquanto que os Digambara rejeitam uma parte considerável dessas escrituras. Os Digambara consideram igualmente que a renúncia pregada pelo Mahavira implica para os monges a nudez total e que as mulheres devem primeiro renascer como homens para poderem atingir a libertação.

Ao nível da geografia, os Digambara concentram-se no sudoeste da Índia e os Svetambara no noroeste (estados do Gujarate, Rajastão e Madhya Pradesh).

As estátuas dos dois grupos são também diferentes: os Tirthankaras dos Svetambara possuem roupas e uma decoração mais rica, enquanto que as dos Digambara estão nuas; estas diferenças fazem com que um adepto dos Digambara não possa praticar o culto num templo Svetambara.

Doutrinas

O tempo

Os jainas consideram que o tempo é infinito e cíclico. Ele é visto como uma grande roda dividida em duas partes idênticas: uma realiza um movimento ascendente (Utsarpini), enquanto que a outra um movimento descendente (Avasarpini). Cada uma destas partes divide-se em seis eras (ara). Durante o período ascendente os seres humanos progridem ao nível do saber, estatura e felicidade, enquanto que o período descendente caracteriza-se pela degradação do mundo, pelo esquecimento da religião e pela perda de qualidade de vida pelos humanos.

Segundo os jainas, vivemos actualmente num período de movimento descendente, numa era de infelicidade (Dukham Kal), que começou há 2500 anos e que durará 21 mil anos.

O universo e os cinco mundos

Segundo o jainismo, o universo divide-se em cinco mundos, sendo cada um deles habitado por determinado tipo de seres. O universo é eterno, não tendo sido criado por nenhum ser superior.

No topo do universo está a morada suprema (siddhashila), que é o local onde habitam as almas que alcançaram a libertação (estas almas são denominadas Siddhas). Abaixo encontram-se trinta céus, habitados por seres celestiais, alguns dos quais caminham para a morada suprema.

O mundo médio (madhyaloka) inclui vários continentes separados por mares. No centro deste mundo encontra-se o continente Jambudvipa, considerado o único continente no qual as almas podem alcançar a libertação. Os seres humanos habitam este continente, bem como um segundo continente ao lado deste e parte do terceiro continente.

O mundo inferior (adholoka) consiste em sete infernos, onde os seres são atormentados por demónios e onde se atormentam uns aos outros. Abaixo do sétimo inferno encontra-se a base do universo (nigoda), habitada por inúmeras formas inferiores de vida.

Karma

À semelhança do hinduísmo e do budismo, o jainismo partilha da crença no karma, embora de uma forma diferente. O karma no jainismo não é apenas um processo em que determinadas acções produzem reacções, mas também uma substância física que se agrega a uma alma. As partículas de karma existem no universo e associam-se a uma alma devido às acções dessa alma (por exemplo, quando uma alma mente, rouba ou mata esta provoca a agregação de karma na sua alma). A quantidade e qualidade destas partículas determinam a existência que a alma terá, a sua felicidade ou infelicidade. Só é possível a uma alma alcançar a libertação quando desta se retirarem todas as partículas de karma.

O processo que permite a libertação das partículas de karma de uma alma denomina-se nirjara e inclui práticas como o jejum, o retiro para locais isolados, a mortificação do corpo e a meditação.

fonte: Wikipédia

sexta-feira

Vale um sorriso...

"Moisés, Jesus e um velhinho de barba estão jogando golfe.Moisés pega seu taco e manda a bola. Ela sobe e cai diretamente dentro do lago. Ele levanta o taco e as águas se abrem, dá uma nova tacada. Em seguida, é a vez de Jesus. Ele pega seu taco e manda a bola no lago, onde cai numa vitória-régia. Sem se abalar, Jesus caminha sobre a água até a bola, e dá a tacada seguinte. O velhinho pega seu taco e, num gesto de quem nunca jogou golfe , manda a bola por cima da cerca. A bola acaba pulando sobre um caminhão e daí numa árvore. Da árvore, a bola cai no telhado de uma casa, rola pela calha, vai até a boca-de-lobo e até um canal que a manda para o lago de novo. Então, ela esbarra numa pedra e pula para a margem onde finalmente pára. Um sapo que está ao lado engole a bola. Logo, do céu baixa um gavião que pega o sapo. Ele voa por cima do campo de golfe, e o sapo acaba vomitando a bola que cai perfeitamente dentro do buraco!

Moisés se vira para Jesus e diz: "Odeio jogar com seu Pai".

quinta-feira

Budismo

Budismo é uma família de crenças e práticas considerada por muitos uma religião, baseada nos ensinamentos atribuídos a Siddhartha Gautama, comumente conhecido como "O Buda" (o Iluminado), que nasceu onde hoje é o Nepal. Ele viveu e ensinou na região nordeste do subcontinente Indiano e provavelmente veio a falecer cerca de 400 a.C.
Ensinamentos e doutrina
Ao contrário do pensamento comum, o budismo não é uma religião, pois não existe um deus criador, não existem dogmas e nem proselitismo, porém também não seria correto denominá-la apenas como uma filosofia, pois aborda muito mais do que uma mera absorção intelectual. O Budismo não tem uma definição, tendo aquela que qualquer praticante lhe queira atribuir, contudo poderemos denominá-la de caminho de crescimento espiritual, através dos ensinamentos dos Buddhas.Os ensinamentos básicos do budismo são: evitar o mal, fazer o bem e cultivar a própria mente. O objetivo é o fim do ciclo de sofrimento, samsara, despertando no praticante o entendimento da realidade última - o Nirvana.O ponto de partida do budismo é a percepção de que o desejo causa inevitavelmente a dor. Deve-se portanto eliminar o desejo para se eliminar a dor. Com a eliminação da dor, se atinge a paz interior, que é sinônimo de felicidade. A moral budista é baseada nos princípios de preservação da vida e moderação. O treinamento mental foca na disciplina moral (sila), concentração meditativa (samadhi), e sabedoria (prajña).Apesar do budismo não negar a existência de seres sobrenaturais (de fato, há muitas referências nas escrituras Budistas), ele não confere nenhum poder especial de criação, salvação ou julgamento a esses seres, não compartilhando da noção de Deus comum às religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo e islamísmo).A base do budismo é a compreensão das Quatro Nobres Verdades, ligadas à constatação da existência de um sentimento de insatisfação (Dukkha) inerente à própria existência, que pode no entanto ser transcendido através da prática do Nobre Caminho Óctuplo.Outro conceito importante, que de certa forma sintetiza a cosmovisão budista, é o das três marcas da existência: a insatisfação (Dukkha), a impermanência (Anicca) e a ausência de um "eu" independente (Anatta). A flor de lótus e a cruz suástica são símbolos do Budismo .
Origens
Buda na ilha de Lantau, em Hong KongO budismo formou-se no nordeste da Índia, entre o século VI a.C. e o século IV a.C. Este período corresponde a uma fase de alterações sociais, políticas e econômicas nesta região do mundo. A antiga religiosidade bramânica, centrada no sacríficio de animais, era questionada por vários grupos religiosos, que geralmente orbitavam em torno de um mestre.Um destes mestres religiosos foi Siddhartha Gautama, o Buda, cuja vida a maioria dos académicos ocidentais e indianos situa entre 563 a.C. e 483 a.C., embora os académicos japoneses consideram mais provável a data 448 a.C. 368 a.C.. Siddhartha nasceu na povoação de Kapilavastu, que se julga ser a aldeia indiana de Piprahwa, situada perto da fronteira indo-nepalesa. Pertencia à casta guerreira (ksatriya).Várias lendas posteriores afirmam que Siddhartha viveu no luxo, tendo o seu pai se esforçado por evitar que o seu filho entrasse em contacto com os aspectos desagradáveis da vida. Por volta dos 29 anos, o jovem Siddhartha decidiu abandonar a sua vida, renunciando a todos os bens materiais, e adaptando a vida de um renunciante. Praticou o ioga (numa forma que não é a mesma que é hoje seguida nos países ocidentais), e seguiu práticas ascéticas extremas, mas acabou por abandoná-las, vendo que não conseguia obter nada delas. Segundo a tradição, ao fim de uma meditação sentado debaixo de uma figueira, descobriu a solução para a libertação do ciclo das existências e das mortes que o atormentava.Pouco depois decidiu retomar a sua vida errante, tendo chegado a um bosque perto de Benares, onde pronunciou um discurso religioso diante de cinco jovens, que convencidos pelos seus ensinamentos, se tornaram os seus primeiros discípulos e com que que formou a primeira comunidade monástica (sangha). O Buda dedicou então o resto da sua vida (talvez trinta ou cinquenta anos) a pregar a sua doutrina através de um método oral, não tendo deixado quaisquer escritos.
Principais doutrinas
As Quatro Nobres Verdades
Um dos principais ensinamentos do Buda é aquele que é o conhecido como as Quatro Nobres Verdades. Ele constitui a base de todas as escolas budistas. Buda expôs as Quatro Nobres Verdades no Dhammacakkapavattana Sutta [6] (Samyutta Nikaya LVI.11) da seguinte forma: A primeira nobre verdade: "(...) esta é a nobre verdade do sofrimento: nascimento é sofrimento, envelhecimento é sofrimento, enfermidade é sofrimento, morte é sofrimento; tristeza, lamentação, dor, angústia e desespero são sofrimento; a união com aquilo que é desprazeroso é sofrimento; a separação daquilo que é prazeroso é sofrimento; não obter o que queremos é sofrimento; em resumo, os cinco agregados influenciados pelo apego são sofrimento.(...)"
A segunda nobre verdade: "(...) esta é a nobre verdade da origem do sofrimento: é este desejo que conduz a uma renovada existência, acompanhado pela cobiça e pelo prazer, buscando o prazer aqui e ali; isto é, o desejo pelos prazeres sensuais, o desejo por ser/existir, o desejo por não ser/existir.(...)"
A terceira nobre verdade: "(...) esta é a nobre verdade da cessação do sofrimento: é o desaparecimento e cessação sem deixar vestígios daquele mesmo desejo, o abandono e renúncia a ele, a libertação dele, a independência dele.(...)"
A quarta nobre verdade: "(...) esta é a nobre verdade do caminho que conduz à cessação do sofrimento: é este Nobre Caminho Óctuplo: entendimento correto, pensamento correto, linguagem correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta.(...)"
O Nobre Caminho Óctuplo
Tem sido sugerido que a forma de exposição da doutrina das "Quatro Nobres Verdades" segue um padrão que se assemelha ao do diagnóstico de uma doença: depois de ter apontado as origens do mal, o Buda mostrou um remédio que leva à cessação desse mal. Esse "remédio" é conhecido como o "Nobre Caminho Óctuplo" (em sânscrito: Astingika-Marga), e deve ser adoptado pelos budistas. Consiste, de acordo com o Magga-vibhanga Sutta (Samyutta Nikaya XLV.8), em:
Visão ou Entendimento correcto: "(...)E o que é o entendimento correto? Compreensão do sofrimento, compreensão da origem do sofrimento, compreensão da cessação do sofrimento, compreensão do caminho da prática que conduz à cessação do sofrimento. A isto se chama entendimento correto.(...)"
Intenção ou Pensamento correcto: "(...)E o que é pensamento correto? O pensamento de renúncia, o pensamento de não má vontade, o pensamento de não crueldade. A isto se chama pensamento correto.(...)"
Palavra ou Linguagem correcta: "(...)E o que é a linguagem correta? Abster-se da linguagem mentirosa, da linguagem maliciosa, da linguagem grosseira e da linguagem frívola. A isto se chama linguagem correta.(...)"
Actividade ou Acção correcta: "(...)E o que é ação correta? Abster-se de destruir a vida, abster-se de tomar aquilo que não for dado, abster-se da conduta sexual imprópria. A isto se chama de ação correta.(...)"
Modo de vida correcto: "(..)E o que é modo de vida correto? Aqui um nobre discípulo, tendo abandonado o modo de vida incorreto, obtém o seu sustento através do modo de vida correto. A isto se chama modo de vida correto.(...)"
Esforço correcto: "(...)E o que é esforço correto? ) Aqui, bhikkhus, um bhikkhu gera desejo para que não surjam estados ruins e prejudiciais que ainda não surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. Ele gera desejo em abandonar estados ruins e prejudiciais que já surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. (iii) Ele gera desejo para que surjam estados benéficos que ainda não surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. (iv) Ele gera desejo para a continuidade, o não desaparecimento, o fortalecimento, o incremento e a realização através do desenvolvimento de estados benéficos que já surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. A isto se denomina esforço correto.(...)"
Atenção correcta: "(...)E o que é atenção plena correta? Aqui, bhikkhus, um bhikkhu permanece focado no corpo como um corpo - ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. Ele permanece focado nas sensações como sensações – ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. Ele permanece focado na mente como mente - ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. Ele permanece focado nos objetos mentais como objetos mentais - ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. A isto se denomina atenção plena correta.(...)"
Concentração correcta: "(...)E o que é concentração correta? Aqui, bhikkhus, um bhikkhu afastado dos prazeres sensuais, afastado das qualidades não hábeis, entra e permanece no primeiro jhana, que é caracterizado pelo pensamento aplicado e sustentado, com o êxtase e felicidade nascidos do afastamento. Abandonando o pensamento aplicado e sustentado, um bhikkhu entra e permanece no segundo jhana, que é caracterizado pela segurança interna e perfeita unicidade da mente, sem o pensamento aplicado e sustentado, com o êxtase e felicidade nascidos da concentração. Abandonando o êxtase, um bhikkhu entra e permanece no terceiro jhana que é caracterizado pela felicidade sem o êxtase, acompanhada pela atenção plena, plena consciência e equanimidade, acerca do qual os nobres declaram: 'Ele permanece numa estada feliz, equânime e plenamente atento.' Com o completo desaparecimento da felicidade, um bhikkhu entra e permanece no quarto jhana, que possui nem felicidade nem sofrimento, com a atenção plena e a equanimidade purificadas. A isto se denomina concentração correta.."
Escolas
O budismo dividiu-se em várias escolas, das quais algumas vieram a se extinguir. A principal divisão atualmente existente é entre a escola Theravada e as linhagens Mahayana e Vajrayana. As escolas numericamente mais expressivas na atualidade são:
Theravada, estabelecida no sudeste asiático; Zen japonês e Chan chinês, escolas com ênfase na meditação . Alguns estudiosos consideram estas escolas como uma linhagem Mahayana. Outros, no entando, dizem que, pela ênfase ser diferente, e pelo Zen/Chan ser "descendentes" também do Taoísmo, devem ser considerados uma escola à parte; As escolas japonesas devocionais da Terra Pura (Jodo Shu) e Verdadeira Terra Pura (Jodo Shinshu), todas Mahayana; escolas ligadas ao Grande Mestre Nitiren, como o Budismo Primordial HBS (Honmon Butsuryu-Shu), Soka Gakkai, Nitiren Shu, seguem todas a linhagem Mahayana; as escolas tântricas do Budismo tibetano (Nyingma, Kagyu, Gelug, Sakya) que fazem parte da linhagem Vajrayana. Há muita polêmica e confusão no ocidente em torno do budismo, devido principalmente à falta de informação correta. Muitos movimentos esoteristas e sincréticos procuram se apresentar como "verdadeiros budismos", "adaptações para o Ocidente", etc. Freqüentemente questiona-se quanto ao budismo ser ou não uma religião (por não aceitar a existência de um deus criador do mundo).
Fonte: Wikipédia

terça-feira

Teosofia

A Teosofia é um corpo doutrinário que sintetiza Filosofia, Religião e Ciência, que está presente em maior ou menor grau em diversos sistemas de crenças ao longo da história, e foi exposto modernamente primeiro por Helena Blavatsky no final do século XIX, e por outros desde então. Origens do nome
Etimologicamente a palavra deriva de theosophia, do grego theos, Deus, e sophos, sabedoria, e geralmente é traduzida como sabedoria divina ou sabedoria dos deuses. A origem do conceito, contudo, se perde na noite dos tempos, tendo aparecido possivelmente primeiro na Índia, sendo a semente das formulações posteriores . No ocidente Diógenes Laércio comenta que ele já era conhecido antes da Dinastia Ptolomaica do Egito e nomeia como seu formulador um hierofante chamado Pot Amum. A expressão foi utilizada novamente no terceiro século de nossa era por Amônio Sacas, o pai do Neoplatonismo. Na idade média Jacob Boehme era conhecido como um teosofista, e o termo novamente foi utilizado nos Anais Teosóficos da Sociedade de Philadelphia, publicado em 1697. A palavra ganhou súbita notoriedade a partir da fundação da Sociedade Teosófica por Helena Petrovna Blavatsky e outros, em 1875, e pela polêmica que os escritos teosóficos suscitaram. Conceitos básicos
A Teosofia, segundo Blavatsky, é "o substrato e a base de todas as religiões e filosofias do mundo, ensinada e praticada por uns poucos eleitos, desde que o homem se converteu em ser pensador. Considerada do ponto de vista prático, é puramente ética divina" . Considera-se que a Teosofia strictu sensu seja isenta de identificação com quaisquer culturas e sociedades específicas, sendo em vez a fonte original do conhecimento divino que verte em uma determinada cultura através dos símbolos e arquétipos próprios daquele povo. Por exemplo, a sabedoria divina foi transmitida à civilização do Egito antigo através dos símbolos, divindades, mitos, alegorias e arquétipos locais, possibilitando a assimilação dos conceitos divinos através desta roupagem. E como no Egito, também nas outras terras, a Grécia antiga, a Babilônia, Tibete, América, Europa e em todas as culturas, independente de terem feito contato entre si, demonstrando que a Teosofia é uma sabedoria que se expressa e pode ser conhecida por diversas fontes. Quando Blavatsky lançou o movimento teosófico moderno no século XIX valeu-se de uma grande quantidade de elementos da tradição religiosa Hindu, que havia estudado durante sua permanência no Tibete. Assim, sua apresentação compreende uma terminologia muitas vezes baseada no idioma sânscrito, divulgando no ocidente conceitos como Maya (ilusão), Dharma (caminho) e Mahatmas (grandes almas). Outros conceitos fundamentais, conhecidos há milênios no oriente, mas que a Teosofia popularizou no ocidente, são a Reencarnação e o Karma. Mas isso, como já foi exposto, não define a Teosofia como uma filosofia hindu ou oriental, e diversas referências de outras culturas e sistemas, como o Taoísmo, Budismo, Cabala, Cristianismo, Gnose e Hermetismo, remetem a Teosofia à sua essência divina e universal. Basicamente a Teosofia prega a fraternidade universal, a origem espiritual das formas e dos seres, e a unidade de toda a vida; aponta uma fonte única e eterna para todo conhecimento, demonstra a identidade essencial entre os grandes mitos das culturas mundiais, traça o perfil da estrutura do cosmo e do homem e descreve os mecanismos, suas leis, suas potencialidades e suas transformações ao longo dos éons. Apesar de recomendar o esforço próprio em busca do crescimento pessoal e uma vigilância incessante contra o auto-engano e a fé cega, ainda assim defende a Revelação, uma vez que declara a existência de mundos e estados de consciência presentemente inacessíveis à pessoa comum. Mas diz que todos seremos capazes de atingí-los um dia, se não nesta vida, numa vindoura. Defende com isso, também a evolução da vida e do Homem, e a existência de Homens Perfeitos, os Mahatmas ou Mestres de Sabedoria. Estes Mestres, uma vez homens imperfeitos como nós, evoluíram para um estágio super-humano, de onde ora velam pela raça humana dando-lhe ensinamento, diretamente ou através dos mensageiros os Profetas e Santos de todas as religiões, e auxílios inúmeráveis como agentes da Providência e da Justiça Divinas, e mesmo aparecendo visivelmente entre os irmãos menos evoluídos, quando os tempos o exigem, para dar-lhes conforto, direção e inspiração, e reacender nos corações um amor mais intenso pelo divino. A Teosofia diz que a fonte de todo mal é a ignorância. O conhecimento, segundo prega, é ilimitado, mas se bem que sua totalidade esteja além do alcance de qualquer ser individual, é em vasta medida acessível a todos através de um longo processo de evolução, aprendizado e aperfeiçoamento, que necessariamente exige múltiplas encarnações, e continua até mesmo para regiões e idades onde a encarnação deixa de ser compulsória e a vida progride de beatitude em beatitude. A Teosofia é uma doutrina essencialmente otimista, pois refuta qualquer condenação eterna e não nega o mundo, ainda que declare que este que vemos e tocamos não é o único nem o maior, mais feliz ou mais desejável, e prevê para todos os seres sem exceção um progresso constante e um destino glorioso e absolutamente feliz. Como todas as grandes doutrinas espirituais, a Teosofia exalta o bem, a paz, o amor, o altruísmo, e promove a cessação da pobreza, da ignorância, da opressão, das discórdias e desigualdades. Apesar de reconhecer a importância das religiões em estado mais puro como disseminadoras de ensinamentos importantes, não é uma filosofia teísta, se bem que possa ser descrita como panteísta, já que como um dos Mahatmas declara [5] com rigor cartesiano, a existência de Deus como uma entidade distinta do universo dificilmente pode ser provada, mas reconhece níveis diferentes de evolução entre os seres, numa escada graduada que se ergue a alturas insondáveis.
Fonte: Wikipédia

segunda-feira

Hinduísmo

O hinduísmo é uma tradição religiosa que se originou no subcontinente indiano. O hinduísmo é frequentemente chamado de Sanātana Dharma (सनातन धर्म) por seus praticantes, uma frase em sânscrito que significa "a eterna dharma (lei)". Num sentido mais abrangente, o hinduísmo abrange o bramanismo, a crença na "Alma Universal", Brâman; num sentido mais específico, o termo se refere ao mundo cultural e religioso, ordenado por castas, da Índia pós-budista. Entre as suas raízes está a religião védica da Idade do Ferro na Índia. O hinduísmo é citado frequentemente como a "mais antiga tradição religiosa" dentre os principais grupos religiosos do mundo,ou como a "mais antiga das principais tradições existentes". É formado por diferentes tradições e composto por diversos tipos, e não possui um fundador. Estes tipos, sub-tradições e denominações, quando somadas, fazem do hinduísmo a terceira maior religião, depois do cristianismo e do islamismo, com aproximadamente um bilhão de fiéis, dos quais cerca de 905 milhões vivem na Índia e no Nepal. Outros países com populações significativas de hinduístas são Bangladesh, Sri Lanka, Paquistão, Malásia, Singapura, ilhas Maurício, Fiji, Suriname, Guiana, Trinidad e Tobago, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. O vaso corpo de escrituras do hinduísmo se divide em shruti ("revelado") e smriti ("lembrado"). Estas escrituras discutem a teologia, filosofia e a mitologia hinduísta, e fornecem informações sobre a prática do dharma (vida religiosa). Entre estes textos os Vedas e os Upanixades possuem a primazia na autoridade, importância e antiguidade. Outras escrituras importantes são os Tantras, os Ágamas, sectários, e os Puranas (AFI: [Purāṇas]), além dos épicos Maabárata (AFI: [Mahābhārata]) e Ramáiana (AFI: [Rāmāyaṇa]). O Bagavadguitá (AFI: [Bhagavad Gītā]), um tratado do Maabárata, narrado pelo deus Críxena (Krishna), costuma ser definido como um sumário dos ensinamentos espirituais dos Vedas. Os hindus acreditam num espírito supremo cósmico, que é adorado de muitas formas, representado por divindades individuais. O hinduísmo é centrado sobre uma variedade de práticas que são vistos como meios de ajudar o indivíduo a experimentar a divindade que está em todas as partes, e realizar a verdadeira natureza de seu Ser. A teologia hinduísta se fundamenta no culto aos avatares (manifestações corporais) da divindade suprema, Brâman. Particular destaque é dado à Trimurti - uma trindade constituída por Brama (Brahma), Xiva (Shiva) e Vixnu (Vishnu). Tradicionalmente o culto direto aos membros da Trimurti é relativamente raro - em vez disso, costumam-se cultuar avatares mais específicos e mais próximos da realidade cultural e psicológica dos praticantes, como por exemplo Críxena (Krishna), avatar de Vixnu e personagem central do Bagavadguitá. Etimologia

Hindū é o nome em persa do rio Indo, encontrado pela primeira vez na palavra Hindu (həndu) do persa antigo, correspondente ao sânscrito védico Sindhu. O Rigveda chama a terra dos indo-arianos como Sapta Sindhu (a terra dos sete rios no noroeste da Ásia Meridional, um deles o Indo), que corresponde ao Hapta Həndu no Avesta (Vendidad or Videvdad, 1.18), escritura sagrada do zoroastrianismo. O termo foi utilizado para designar aqueles que viviam no subcontinente indiano, ou para além do "Sindhu". O termo persa (persa médio Hindūk, persa moderno Hindū) entrou na Índia pelo Sultanato de Délhi e aparece nos textos do sul da Índia, bem como da Caxemira, a partir de 1323 d.C.[14], e a partir daí é cada vez mais utilizado, especialmente durante o Raj britânico. Desde o fim do século XVIII a palavra passou a ser usada no Ocidente como um termo que abrange a maioria das tradições religiosas, espirituais e culturais do subcontinente, com a exceção do sikhismo, budismo e jainismo, religiões distintas. Divisões

O hinduísmo contemporâneo pode ser subdividido em diversas correntes principais. Dos seis darshanas ou divisões históricas originais, apenas duas escolas, a vedanta e a ioga, sobrevivem. As principais divisões do hinduísmo hoje em dia são o vixnuísmo, o xivaísmo, o smartismo e shaktismo. A imensa maioria dos hindus atuais podem ser categorizados sob um destes quatro grupos, embora ainda existam outros, cujas denominações e filiações variam imensamente. Alguns estudiosos dividem as correntes do hinduísmo moderno em seus "tipos":[16] Hinduísmo popular, baseado nas tradições locais e nos cultos das divindades tutelares, praticado em nível mais localizado; Hinduísmo dármico ou "moral diária", baseado na noção de carma, na astrologia, nas normas de sociedade como o sistema de castas, os costumes de casamentos. Hinduísmo vedanta, especialmente o Advaita (smartismo), baseado nos Upanixades e nos Puranas; Bhakti, ou "devocionalismo", especialmente o vixnuísmo; Hinduísmo bramânico védico, tal como é praticado pelos brâmanes tradicionalistas, especialmente os shrautins; Hinduísmo iogue, baseado especialmente nos Yoga Sutras de Patandjáli. Crenças

Temple carving at Hoysaleswara temple representing the Trimurti: Brahma, Shiva and Vishnu.O hinduísmo é uma corrente religiosa que evoluiu organicamente através dum grande território marcado por uma diversidade étnica e cultural significativa. Esta corrente evoluiu tanto através da inovação interior quanto pela assimilação de tradições ou cultos externos ao próprio hinduísmo. O resultado foi uma variedade enorme de tradições religiosas, que vai de cultos pequenos e pouco sofisticados os principais movimentos da religião, que contam com milhões de aderentes espalhados por todo o subcontinente indiano e outras regiões do mundo. A identificação do hinduísmo como uma religião independente, separada do budismo e do jainismo, depende muitas vezes da afirmação dos próprios fiéis de que ela o é. Temas proeminentes nas (porém não restritos às) crenças hinduístas incluem o darma (dharma, ética hindu), samsara (samsāra, o contínuo ciclo do nascimento, morte e renascimento), carma (karma, ação e consequente reação), mocsa (moksha, libertação do samsara), e as diversas iogas (caminhos ou práticas). O hinduísmo repousa sobre o fundamento espiritual dos Vedas, conjunto de escritos religiosos, sendo por isso mesmo conhecido como o Dharma Veda, além dos escritos meditativos destes, os Upanixades, e os ensinamentos de diversos gurus que viveram ao longo dos tempos. O Caminho eterno

Mandala de Vixnu, divindade do hinduísmo."O caminho eterno" (em sânscrito सनातन धर्म, Sanātana Dharma), ou a "Filosofia perene/Harmonia/Fé", é o nome que tem sido usado para representar o Hinduísmo desde a antiguidade. De acordo com os Hindus, transmite a idéia de que certos princípios espirituais são intrínsecamente verdadeiros e eternos, transcendendo as ações humanas, representando uma ciência pura da consciência. Mas essa consciência não é meramente aquela do corpo, da mente ou do intelecto, mas a de um estado de espírito supramental que existe dentro e além de nossa existência, o imaculado Ser de tudo. A religião dos Hindus é a busca inata pelo divino dentro do Ser, a busca por encontrar a Verdade que nunca foi perdida de fato. Verdade buscada com fé que poderá tornar-se reconfortante luminosidade independente da raça ou do credo professado. Na verdade, toda forma de existência, dos vegetais e animais até o homem, são sujeitos e objetos do eterno Dharma. Essa fé inata, então, é também conhecida por Arya/Dharma Nobre, Veda/Dharma do Conhecimento, Yoga/Dharma da União, e Dharma Hindu ou simplesmente Dharma. O que pode ser compreendido como uma crença comum a todos os hindus são o Dharma, a reencarnação, o karma, e a moksha (liberação) de cada alma através de variadas ações de cunho moral e da meditação yoga. Entre os princípios fundamentais incluem-se ainda o ahimsa (não-violência), com a primazia do Guru, a palavra divina Aum e o poder do mantra, amor à verdade em muitas manifestações como deuses e deusas, e a compreensão de que a chama divina essencial (Atman/Brahman) está presente em cada ser humano e em todas as criaturas viventes, que podem chegar por diversas sendas à Verdade Una. Ioga

Um dos pontos de vista (darshanas) do hinduísmo é a ioga (yoga), que significa "união", no sentido de "integração". Trata-se de uma filosofia prática surgida há mais de 5.000 anos,[carece de fontes?] e os Upanixades são o mais antigo registro escrito desta cultura. No século III a.C. a ioga foi clássificado por Patandjali, em sua célebre obra Yoga Sutra. Os quatro objetivos na vida do hindu

Outro maior aspecto do Dharma Hindu que é uma prática comum de todos os Hindus é o purushartha, ou "quatro objetivos da vida". Eles são kama, artha, dharma e moksha. É dito que todos os homens seguem o kama (prazer, físico ou emocional) e artha (poder, fama e riqueza), mas brevemente, com maturidade, eles aprendem a controlar estes desejos, com o dharma, ou a harmonia moral presente em toda a natureza. O objetivo maior é infinito, cujo resultado é a absoluta felicidade, moksha, ou liberação (também conhecida como Mukti, Samadhi, Nirvana, etc.) do Samsara, o ciclo da vida, morte, e da existência dual. Os quatro estágios da vida humana

A vida humana também é vista como quatro Ashramas ("fases"ou "estágios"). Eles são Brahmacharya, Grihasthya, Vanaprastha e Sanyasa. O primeiro quarto da vida, brahmacharya (literalmente "pastar em Brahma") é passado em celibato, sobriedade e pura contemplação dos segredos da vida sob os cuidados de um Guru, solidificando o corpo e a mente para as responsabilidades da vida. Grihastya é o estágio do chefe de família, alternativamente conhecido como Samsara, no qual o indivíduo se casa para satisfazer kama e artha na vida conjugal e em uma carreira profissional. Vanaprastha é o gradual desapego do mundo material, ostensivamente entregando seus deveres aos filhos e filhas, e passando mais tempo em contemplação da verdade, e em peregrinações santas. Finalmente, no Sanyasa, o indivíduo vai para reclusão, geralmente em uma floresta, para encontrar Deus através da meditação Yogica e pacificamente libertar-se de seu corpo para uma próxima vida.

Fonte: Wikipédia

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Tipos de medo

me.do

(ê) sm (lat metu) 1 Perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa; pavor, susto, terror. 2 Apreensão. 3 Receio de ofender, de causar algum mal, de ser desagradável. sm pl Gestos ou visagens que causam susto.

(Dicionário Michaelis)

Algumas fobias conhecidas:

A

Ablutofobia - medo de tomar banho

Acarofobia - medo de coceira ou de insetos que causam coceira

Acerofobia - medo de coisas ácidas

Acluofobia - medo de escuro ou escuridão

Acrofobia - medo de altura

Acusticofobia - medo de barulho

Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas

Aeroacrofobia - medo de lugar aberto e alto

Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião)

Agliofobia - medo de dor

Afefobia - medo de ser tocado

Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro

Agrafobia - medo de abuso sexual

Agrizoofobia - medo de animais selvagens

Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas

Aicmofobia - medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos

Ailurofobia - medo de gatos

Albuminurofobia - medo de doença renal

Algifobia - medo de dor

Aliumfobia - medo de alho

Alodoxafobia - medo de opiniões

Altofobia - medo de alturas

Amatofobia - medo de poeiras

Amaxofobia - medo de dirigir carros

Ambulofobia - medo de andar

Amnesifobia - medo de amnésia

Amicofobia - medo de coçar

Anablefobia - medo de olhar para cima

Ancraofobia ou anemofobia - medo de ventos

Androfobia - medo de homens

Anemofobia - medo de ventos

Anginofobia - medo de engasgar

Anglofobia - medo da Inglaterra, cultura inglesa, etc.

Angrofobia – medo de tornar-se raivoso

Anquilofobia - medo da imobilidade das juntas

Antropofobia - medo de pessoas ou da sociedade

Antlofobia - medo de enchentes

Anuptafobia - medo de ficar solteiro (a)

Apeirofobia - medo de infinito

Apifobia - medo de abelhas

Apotemnofobia - medo de pessoas amputadas

Aracnefobia ou aracnofobia - medo de aranhas

Aritmofobia - medo de números

Arrenfobia - medo de homens

Assimetrofobia - medo de coisas assimétricas

Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza

Astrafobia ou astrapofobia - medo de trovões e relâmpagos

Astrofobia - medo de estrelas e céu

Ataxiofobia - medo de ataxia (descoordenação muscular)

Ataxofobia - medo de desleixo

Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado

Atelofobia - medo de imperfeições

Atefobia - medo de ruínas

Atomosofobia - medo de explosões atômicas

Atiquifobia - medo do fracasso

Aurofobia - medo de ouro

Autodisomofobia - medo de alguém com cheiro horrível

Autofobia - Medo de ficar só ou sozinho

Automatonofobia - medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)

Automisofobia - Medo de ficar sujo

Aviofobia ou aviatofobia - Medo de voar de avião

B

Bacilofobia - medo de micróbios

Bacteriofobia - medo de bactéria

Balistofobia - medo de mísseis

Basofobia ou basifobia - medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)

Batofobia - medo de profundidade

Batonofobia - medo de plantas

Batofobia - medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos

Batracnofobia - medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)

Belonefobia - medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)

Bibliofobia - medo de livros

Blennofobia - medo de limo ou coisas viscosas

Bromidrosifobia ou bromidrofobia - medo do cheiro do corpo

Brontofobia - medo de trovões e relâmpagos

Bufonofobia - medo de sapos

C

Cacofobia - medo de feiura Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar

Caetofobia - medo de cabelo

Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades

Caliginefobia - medo de mulher bonita

Cancerofobia - medo de câncer

Cardiofobia - medo de coração

Carnofobia - medo de carne

Catagelofobia - medo do ridículo (estar ou ser)

Catapedafobia - medo de saltar de lugares baixos ou altos

Catisofobia - medo de sentar em baixo

Catoptrofobia - medo de espelhos

Cenofobia ou centofobia - medo de novas coisas ou idéias

Ciberfobia - medo de computadores ou trabalhar com computador

Cibofobia, citofobia ou citiofobia - Medo de comida

Ciclofobia - medo de bicicleta

Cimofobia - medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas

Cinetofobia ou cinesofobia - medo de movimento

Cinofobia - medo de cãesCipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia - medo de prostitutas ou doença venéreas

Cleptofobia - medo de ser roubado

Ceraunofobia - medo de trovão

Coinonifobia - medo de quartos

Colpofobia - medo de genitais (particularmente o feminino)

Copofobia - medo da fadiga

Corofobia - medo de dançar

Coniofobia - medo de poeira (amatofobia)

Colerofobia - medo da cólera (infecção bacteriana)

Cosmicofobia - medo de fenômenos cósmicos

Crometofobia ou crematofobia - medo de dinheiro

Cromofobia ou cromatofobia - medo de cores

Cronofobia - medo do tempo

Cronomentrofobia - medo de relógios

laustrofobia - medo de espaços confinados
Cleitrofobia ou cleisiofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados

Cleptofobia - medo de ser roubado

Climacofobia - medo de degraus (subir ou cair de degraus)

Clinofobia - medo de ir para cama

Clitrofobia ou cleitrofobia - medo de ficar fechado

Cnidofobia - medo de cordas

Cometofobia - medo de cometas

Coimetrofobia - medo de cemitérios

Coitofobia - medo de trepar (fornicar)

Contreltofobia - medo de abuso sexual

Coprastasofobia - medo de constipação (intestino preso)
Coprofobia - medo de fezes

Coulrofobia - medo de palhaços

Cremnofobia - medo de precipícios

Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento

Cristalofobia - medo de cristais ou vidros

D

Decidofobia - medo de tomar decisões

Defecaloesiofobia - medo de movimentos intestinais dolorosos

Deipnofobia - medo de jantar e conversas do jantar

Dementofobia - medo de insanidade

Demonofobia ou demonofobia - medo de demônios

Demofobia - medo de multidão (Agorafobia)

Dendrofobia - medo de árvores

Dentofobia - medo de dentistas

Dermatofobia - medo de lesões de pele

Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia - medo de doenças de pele

Dextrofobia - medo de objetos do lado direito do corpo

Diabetofobia - medo de diabetes

Didasqualeinofobia - medo de ir a escola

Diquefobia - medo de justiça

Dinofobia - medo de vertigens ou redemoinho

Diplofobia - medo de visão dupla

Dipsofobia - medo de beber

Disabiliofobia - medo de se vestir na frente de alguém

Dismorfofobia - medo de deformidade

Distiquifobia - medo de acidentes

Domatofobia ou oiquofobia - Medo de casas ou estar em casa

Dorafobia - medo de pele de animais

Dromofobia - medo de cruzar ruas

E

Eclesiofobia - medo de igreja

Ecofobia - medo de casa

Eicofobia ou oiquofobia - medo da casa do vizinho

Eisoptrofobia - medo de espelhos ou de se ver no espelho

Electrofobia - medo de eletricidade

Eleuterofobia - medo da liberdade

Elurofobia - medo de gatos (ailurofobia)

Emetofobia - medo de vomitar

Enetofobia - medo de alfinete (ou coisas parecidas)

Enoclofobia - medo de multidão

Enosiofobia ou enissofobia - medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável Entomofobia - medo de insetos

Eosofobia - medo do amanhecer ou luz do dia

Epistaxiofobia - medo de sangrar o nariz

Epistemofobia - medo do conhecimento

Equinofobia - medo de cavalos

Eremofobia - medo de ficar só

Ereutrofobia - medo de ficar vermelho

Ergasiofobia - medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)

Ergofobia - medo do trabalho

Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho

Erotofobia - medo de amor (sexual) ou questões relacionado ao sexo

Escabiofobia - medo de sarna

Escatofobia - medo de matéria fecal

Escelerofobia - medo de homem mau

Esciofobia ou esciafobia - medo de sombras

Escolafobia – medo de escola

Escolecifobia - medo de vermes

Escopofobia ou escoptofobia - medo de estar sendo olhado

Escotomafobia - medo de cegueira

Escotofobia - medo de escuro

Escriptofobia - medo de escrever em publico

Esfecsofobia - medo de marimbondos

Espectrofobia - medo de fantasmas ou espectros

Espermatofobia ou espermofobia - medo de sêmen

Estasibasifobia ou estasifobia - medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)

Estaurofobia - medo de cruz ou crucifixo

Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas

Estigiofobia - medo do inferno

Eufobia - medo de ouvir boas novas

Eurotofobia - medo da genitália feminina

F

Fagofobia - medo de engolir ou de comer

Falacrofobia - medo de tornar-se careca

Falofobia - medo do pênis (principalmente quando fica ereto)

Farmacofobia - medo de tomar remédios

Fasmofobia - medo de fantasmas

Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia - medo de febre

Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol

Felinofobia - medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)

Filemafobia ou filematofobia - medo de beijar

Filofobia - medo de enamorar

Filosofobia - medo de filosofia

Fobia Social - medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)

Fobofobia - medo de fobias

Fonofobia - medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone

Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes

Fotofobia - medo de luz

Francofobia - medo da França, cultura francesa (galofobia, galiofobia)

Frigofobia - medo do frio, coisas frias

Fronemofobia - medo de pensar

Ftisiofobia - medo de tuberculose

G

Galeofobia ou gatofobia - medo de gatos

Gamofobia - medo de casar

Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia - medo de cruzar pontes

Geliofobia - medo de rir

Geniofobia - medo de manter a cabeça erguida

Genofobia - medo de sexo

Genufobia - medo de joelho(s)

Gerascofobia - medo de envelhecer

Gerontofobia - medo de pessoas idosas

Geumafobia ou geumofobia - medo de sabores

Gimnofobia - medo de nudez

Ginefobia ou ginofobia - medo de mulheres

Glossofobia - medo de falar ou tentar falar em publico

Gnosiofobia - medo do conhecimento

Grafofobia - medo de escrever ou escrever a mão

H

Hadefobia - medo do inverno

Hagiofobia - medo de santos ou coisas santas

Hamartofobia - medo de pecar (pecados)

Hafefobia ou haptefobia - medo de estar sendo tocado

Harpaxofobia - medo de estar sendo roubado

Hedonofobia - medo de sentir prazer

Heliofobia - medo do sol

Helenologofobia - medo de termos gregos ou terminologia cientifica

Helmintofobia - medo de estar infestado com vermes

Hemofobia, hemafobia ou hematofobia - medo de sangue

Heresifobia ou hereiofobia - medo de desafiar a doutrina oficial (governo)

Herpetofobia - medo de répteis ou coisa que arrastam

Heterofobia - medo do sexo oposto (sexofobia)

Hidrargiofobia - medo de medicamentos mercuriais

Hidrofobia - medo de água

Hidrofobofobia - medo de raiva (doença)

Hielofobia ou hialofobia - medo de vidro

Hierofobia - medo de padres ou coisas sacras

Higrofobia - medo de líquidos ou umidade

Hilefobia - medo de materialismo ou de epilepsia

Hilofobia - medo de florestas

Hipengiofobia ou hipegiafobia - medo de responsabilidade

Hipnofobia - medo de dormir ou ser hipnotizado

Hipofobia - medo de casas

Hipopotomonstrosesquipedaliofobia - medo de palavras grandes

Hipsifobia - medo de altura

Hobofobia - medo de bêbados ou mendigos

Hodofobia - medo de atravessar estradas

Hormefobia - medo de ficar abalado ou chocado

Homiclofobia - medo de neblina

Homilofobia - medo de sermões

Hominofobia - medo de homens

Homofobia - medo de homosexualidade ou se tornar homosexual

Hoplofobia - medo de armas de fogo

I

Iatrofobia - medo de ir ao médico ou ao doutor

Ictiofobia - medo de peixe

Ideofobia - medo de idéias

Ilingofobia - medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo

Iofobia - medo de veneno

Insectofobia - medo de insetos

Isolofobia - medo ficar sozinho

Isopterofobia - medo de cupins

Itifalofobia - medo de ver, pensar ou ficar com o pênis ereto

L

Laliofobia ou lalofobia - medo de falar

Laquanofobia - medo de verduras

Leprofobia ou leprafobia - medo de lepra

Leucofobia - medo de colarinho branco

Levofobia - medo de coisas do lado esquerdo do corpo

Ligirofobia - medo de barulhos

Ligofobia - medo de escuridão

Lilapsofobia - medo de furacões

Limnofobia - medo de lagos

Linonofobia - medo de cordas

Lissofobia - medo de ficar louco

Liticafobia - medo de processos (civil)

Locquiofobia - medo de nascimento (criança)

Logizomecanofobia - medo de computadores

Logofobia - medo de palavras

Luefobia – medo de sífilis (lues)

Lutrafobia - medo de lontra (mamífero aquático)

M

Macrofobia - medo de esperar muito

Mageirocofobia - medo de cozinhar

Maieusiofobia - medo da infância

Malaxofobia - medo de amar (sarmassofobia)

Maniafobia - medo de insanidade

Mastigofobia - medo de punição

Mecanofobia - medo de máquinas

Medomalacufobia - medo de não ficar com pênis ereto

Medoutofobia - medo do pênis ereto

Megalofobia - medo de coisas grandes

Melissofobia - medo de abelhas

Melanofobia - medo de cor preta

Melofobia –medo ou ódio de música

Meningitofobia - medo de doença nervosa

Menofobia - medo de menstruação

Merintofobia - medo de ficar amarrado

Metalofobia - medo de metal

Metatesiofobia - medo de mudar

Meteorofobia - medo de meteoros

Metifobia - medo de álcool

Metrofobia – medo ou ódio de poesia

Micofobia – medo ou aversão por cogumelos

Microbiofobia - medo de micróbios (bacilofobia)

Microfobia - medo de coisas pequenas

Mictofobia - medo de escuridão

Mirmecofobia - medo de formigas

Misofobia - medo de germens, contaminação ou sujeira

Mitofobia - medo de mitos, estórias ou declarações falsas

Mixofobia - medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia)

Mnemofobia - medo de memórias

Molismofobia ou molisomofobia - medo de sujeira ou contaminação

Monofobia - medo de solidão ou ficar só

Monopatofobia - medo de doença incurável

Motorfobia - medo de automóveis

Musofobia ou murofobia - medo de camundongos (ratos)

N

Nebulafobia - medo de neblina (homiclofobia)

Necrofobia - medo de morte ou coisas mortas

Nelofobia - medo de vidro

Neofarmafobia - medo de medicamentos novos

Neofobia - medo de qualquer coisa nova

Nefofobia - medo de nevoeiros

Nictofobia - medo da escuridão ou da noite

Noctifobia - medo da noite

Nomatofobia - medo de nomes

Nictohilofobia - medo de florestas escuras ou a noite

Nosocomefobia - medo de hospital

Nosofobia ou nosemafobia - medo de ficar doente

Nostofobia - medo de voltar para casa

Novercafobia - medo da madrasta

Nucleomitufobia - medo de armas nucleares

Nudofobia - medo de nudez

Numerofobia - medo de números

O

Obesofobia - medo de ganhar peso (pocrescofobia)

Oclofobia - medo de multidão

Ocofobia - medo de veículos

Octofobia - medo do número 8

Odontofobia - medo de dentista ou cirurgia odontológica

Odinofobia ou odinefobia - medo da dor (algofobia)

Oenofobia - medo de vinhos

Olfactofobia - medo de cheiros

Ofidiofobia - medo de cobras

Oftalmofobia - medo de estar sendo vigiado

Ombrofobia - medo de chuva ou de estar chovendo

Ometafobia ou omatofobia - medo de olhos

Oneirofobia - medo de sonhos

Oneirogmofobia - medo de sonhos molhados

Onomatofobia - medo de ouvir certas palavras ou nomes

Osmofobia ou osfresiofobia - medo de odores

Ostraconofobia - medo de ostras

Ouranofobia - medo do céu

Ounitofobia - medo de pássaros

Outofobia - medo de propriedade ou haveres

P

Pagofobia - medo de gelo ou congelamento

Panofobia ou pantofobia - medo de tudo

Pantofobia - medo de sofrimento ou doença

Papirofobia - medo de papel

Paralipofobia - medo de responsabilidade

Parafobia - medo de perversão sexual

Parasitofobia - medo de parasitas

Parasquavedequatriafobia - medo da sexta feira 13

Partenofobia - medo de virgens ou adolescentes (sexo feminino)

Parturifobia - medo de parto

Patofobia - medo de doenças

Patroiofobia - medo da hereditariedade

Pecatofobia - medo do pecado (crime imaginário)

Pediculofobia - medo de piolho

Pediofobia - medo de bonecas

Pedofobia - medo de crianças

Peladofobia - medo de carecas

Peniafobia - medo da pobreza

Pirexiofobia - medo de febre

Pirofobia - Medo de fogo

Placofobia - medo de sepulturas

Plutofobia - medo de opulência

Pluviofobia - medo de chuva ou estar chovendo

Pneumatifobia - medo de espíritos

Pnigofobia ou pnigerofobia - Medo de estar sendo sufocado

Pocrescofobia - medo de ganhar peso (obesofobia)

Pogonofobia - medo de barbas

Poliosofobia - medo de contrair poliomielite

Politicofobia – medo de políticos

Polifobia - medo de muitas coisas

Poinefobia - medo de punição (castigo)

Ponofobia - medo de trabalho pesado ou de dor

Porfirofobia - medo da cor purpura

Potamofobia - medo de rios ou águas correntes

Potofobia - medo de álcool
Prosofobia - medo de progresso
Pselismofobia - medo de gaguejar

Psicofobia - medo da mente

Psicrofobia - medo de frio

Pteromeranofobia - medo de voar

Pteronofobia - medo de ser coçado com penas

Ptiriofobia - medo de piolho (pediculofobia)

Pupafobia - medo de bonecos

Q

Queimafobia ou queimatofobia - medo de frio

Quemofobia - medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas

Quenofobia - medo de espaços vazios

Querofobia - medo de alegria

Quifofobia - medo de parar

Quimofobia - medo de ondas

Quionofobia - medo de neve

Quinofobia - medo de raiva (doença)

Quiraptofobia - medo de ser tocada(o)

R

Rabdofobia - medo de ser severamente punido

Radiofobia - medo de radiação, raio-x

Ranidafobia - medo de sapos

Rectofobia - medo de reto (anus) ou doenças retais

Ripofobia - medo de defecação

Ritifobia - medo de ficar enrugado

Rupofobia - medo de sujeira

S

Sarmassofobia - medo de fazer amor (malaxofobia)

Satanofobia - medo de satã (demônio)

Selafobia - medo de flashes (luzes)

Selenofobia - medo da lua

Seplofobia - medo de material radiativo

Sesquipedalofobia - medo de palavras grandes

Sexofobia - medo do sexo oposto (heterofobia)

Siderodromofobia - medo de trem ou viagem de trem

Siderofobia - medo de estrelas

Sinistrofobia - medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda

Sinofobia - medo de chinês ou cultura chinesa

Sitofobia ou Sitiofobia - medo de comida ou comer (cibofobia)

Socerafobia - medo de padrasto ou madrasta

Sociofobia - medo da sociedade ou de pessoas em geral

Somnifobia - medo de dormir

Simmetrofobia - medo de simetria

Singenesofobia - medo de parentes

Sifilofobia - medo de sífilis

Sofofobia - medo de aprender

Soteriofobia - medo de dependência dos outros

Surifobia - medo de camundongo (rato)

Simbolofobia - Medo de símbolos

T

Taasofobia - medo de sentar

Tacofobia - medo de velocidade

Taeniofobia ou teniofobia - medo de solitária (tênia)

Tafefobia ou tafofobia - medo de ser enterrado vivo

Tapinofobia - medo de ser contagioso

Taurofobia - medo de touro

Tecnofobia - medo de tecnologia

Talassofobia - medo do mar

Teleofobia - medo de definir planos ou de cerimônias religiosas

Telefonofobia - medo de telefone

Tanatofobia ou tantofobia - medo da morte ou de morrer

Teratofobia - medo de crianças ou pessoas deformadas

Testofobia - medo de fazer provas (escolares)

Tetanofobia - medo de tétano

Teutofobia - medo de alemão, cultura ou coisas alemãs

Textofobia - medo de certos tecidos

Teatrofobia - medo de teatro

Teologicofobia - medo de teologia

Teofobia - medo de Deus ou de religião

Termofobia - medo de calor

Tiranofobia - medo de tiranos

Tocofobia - medo de gravidez

Tomofobia - medo de cirurgia

Tonitrofobia - medo de trovão

Topofobia - medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor

Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia - medo de envenenar-se

Traumatofobia - medo de tramas (físicos)

Tremofobia - medo de tremer

Trisquaidequafobia - medo do número 13

Tropofobia - medo de mudar ou fazer mudanças

Tripanofobia - Medo de injeções

Tuberculofobia - Medo de tuberculose

U

Uranofobia - medo do céu

Urofobia - medo de urina ou do ato de urinar

V

Vacinofobia - medo de vacinação

Venustrafobia - medo de mulher bonita

Verbofobia - medo de palavras

Verminofobia - medo de vermes

Vestifobia - medo de vestir

Virginitifobia - medo de estupro

Vitricofobia - medo do padrasto

X

Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos

Xerofobia - medo de secura, aridez

Xilofobia - medo de objetos de madeira ou de floresta

Z

Zelofobia - medo de ter ciúmes

Zeusofobia - medo de Deus ou deuses

Zoofobia - medo de animais

"O medo derrota mais pessoas que qualquer outra coisa no mundo." (Ralph Waldo Emerson) "Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." (Platão)

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar." (William Shakespeare)

"Não tenho medo do amanhã porque já ví o passado e amo o dia de hoje." (Willian Allen White)

"Em caso de pânico interior, feche os olhos, respire fundo, e pense em alguma coisa bem diferente daquilo que está vivendo." (Paulo Baleki)

"Não é que eu tenha medo da morte. Eu apenas não quero estar lá quando isso acontecer." (Woody Allen) "O tímido tem medo antes do perigo; o covarde, durante; o corajoso, depois." (Johann Paul Richter) "Onde o medo está presente, a sabedoria não consegue estar." (Lucius C. Lactantius)

"Só erra quem produz. Mas, só produz quem não tem medo de errar." (Autor desconhecido)

"As massas humanas mais perigosas são aquelas em cujas veias foi injetado o veneno do medo. Do medo da mudança." (Octavio Paz)

"Tenho mais medo da mediocridade que da morte." (Bob Fosse)

"O medo é a maior das doenças, porque paralisa o corpo e a mente." (Autor desconhecido)

"Evitar a felicidade com medo que ela acabe é o melhor meio de ser infeliz." (Autor desconhecido)

"Perder o medo é se atirar no escuro, enfrentando o desconhecido." (Léa Waider)

"Não tenho medo das tempestades porque sei como guiar meu navio." (Luisa May Alcott)

"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela." (Charles Chaplin)

Fonte de pesquisa: Sites da Internet.