Panacéia dos Amigos

VISITAÇÃO

segunda-feira

História do RPG

Um pouco da história do RPG que levantei na internet e outras reminiscências:

Pré - 1974

• 1970: Dave Arneson e amigos começam a jogar um proto-D&D no jogo Twin Cities

• 1971: Surge Chainmail

• 1972: Chainmail recebe os elementos de fantasia em forma de um suplemento

• 1973: Gygax une o jogo de Arneson com as regras de Chainmail

1974

• Dungeons&Dragons, o primeiro jogo de RPG como conhecemos hoje, é publicado em janeiro

1975

• D&D começa a angariar jogadores vindo dos jogos de guerra. Greyhwak é o cenário que mostra sinais de expansão. Todos os outros RPGs da época são derivações de D&D

• Surge Boothill, o primeiro RPG de Western e Em Garde! O primeiro de espadachins

• Greyhawk, o primeiro suplemento oficial de D&,D surge seguido de Blackmoor, que traz o primeiro cenário

• Tunnels&Trolls e Emprire of the Petal Throne leva as regras de D&D a níveis mais elaborados de campanha

1976

• D&D continua crescendo e atraindo cada vez mais jogadores, surgindo então os primeiros jogadores iniciantes, ou seja, que não vieram de um background dos jogos de guerra

1977

• Começam a surgir cenários "stand alone" e sistemas de jogos mais complexos

• Traveller faz o gênero de ficção científica decolar

• Sinais do primeiro boom no mercado, o de "fantasia genérica"

• Suprhero: 2044 é oprimeiro jogo baseado em super heróis.

• Surge o D&D Basic set

• Chivalry & Sorcery é o primeiro livro de regras para o Advanced D&D

• Surge o Monster Manual que é usado como suplemento de D&D até que os outros livros de AD&D apareçam

1978

• Surge Runequest

• Começam a aparecer os elementos de apoio ao mestre e jogador ( escudo, folhas de personagem e cenários)

• Gamma World é o primeiro RPG pós apocalíptico

• D&D é o primeiro jogo a ter uma distribuição maciça , invadindo até mesmo a Europa. Mas a TSR começa a se debruçar em seu novo e promissor produto, o AD&D

• AD&D Players Handbook aparece

• Starships&Spaceman é o primeiro jogo no estilo trekkie

1979

• Este é um importante ano para o RPG pois D&D é agora conhecido nacionalmente nos EUA, começam a surgir os profissionais do mercado e as convenções. A mídia está maravilhada com este novo jogo e as vendas são estratosféricas.

• Bushido RPG é o primeiro jogo de fantasia oriental

• Gangster! Chega como o primeiro jogo detetivesco, e Commando é o primeiro a usar a temática militar

• AD&D Dungeon Master Guide conclui a trilogia sagrada do RPG

• Villains&Vigilantes surge com a inovação de se montar personagens com as características dos jogadores

1980

• Este ano é considerado o que teve o pico de interesse da mídia no RPG

• Dallas é o primeiro RPG licensiado

• Rolemaster chega ao mercado

• A primeira mega campanha de Greyhawk World of Greyhawk. Os jogadores passam a descartar sistemas mais simples em prol dos mais complexos ( e complicados)

1981

• É fundada a RPGA – o primeiro clube de jogadores – pela TSR

• Outras editoras descobrem o RPG

• Call of Cthulhu é o primeiro jogo de horror

• Mechanoid Invasion (da Palladium) é o primeiro jogo baseado em robôs gigantes

• Cai a popularidade das aventuras solo que até aqui seguiam um caminho estável

1982

• Star Trek RPG

• Champions RPG

• Curiosidade: Alma Mater (um jogo de humor mas de gosto duvidoso) foi o primeiro jogo banido da GenCon.

1983

• Palladium RPG

• Primeira campanha baseada na Terra-Média

• Surge na Europa as aventura-solo que foram traduzidas aqui no Brasil

1984

• Rolemaster RPG

• Mekton ( primeiro "mecha/mangá" RPG)

• Marvel Super Heroes

• Twighlight 2000 o melhor RPG militar

• Chill RPG ( horror com pitada de bom humor)

• Toon

• Paranóia

1985

• O mercado se contrai e muitas editoras pequenas desaparecem

• Battletech a versão em caixa que também foi traduzida no Brasil desponta como sucesso

• Pendragon RPG

• DC Heroes

1986

• GURPS aparece nos EUA

• Warhammer (famoso jogo britânico de fantasia e que trouxe os jogos de miniaturas)

• Battletech RPG

• Car Wars

1987

• Star Wars RPG

• Talislanta

• O mercado segue com AD&D na liderança, seguido por Warhammer, GURPS e Rolemaster

1988

• Cyberpunk

• Ars Mágica

• Curiosidade: Bullwinkle and Rocky RPG. O jogo era tão simples que quase não tinha regras (mas tinha marionetes)

1989

• Space 1889

• Shadowrun

• Começa o mix entre cenários de fantasia e ficção

1990

• TORG

• RIFTS

• Até então nada foi escrito que fosse mais engraçado que Paranóia

1991

A partir de 1991 surge o RPG no Brasil, com GURPS e AD&D. Em 1992 acontece o I USPCON e lá estava eu. Era tudo muito empolgante. Encontrar outras pessoas envolvidas com a mesma novidade, compartilhando as experiências mais alucinadas de jogo e vivência de grupo de jogo.

Na ocasião, conheci meu amigo Alex Sunder, (Veja entrevista na "Panacéia das Entrevistas" que entre outras qualidades como artista plástico, e desenhista de Hqs, ainda por cima, um grande mestre de jogo e jogador notável) devidamente trajado com roupas vampirescas (Afinal, ele mestrava a última novidade na época o sistema "Vampire") e cabelo vermelho. Talvez, devesse citar ainda o bom aproveitamento que ele deu a lousa do local, na qual gravava o número de jogadores mortos em ação em suas aventuras. Os jogadores não eram muito bons e o mortos já ocupavam boa parte do espaço! Ah, os velhos e bons tempos.

Além disto, pude jogar pela primeira vez o sistema "Call of Chtulu" (não joguei mal, mas o fim foi inglório) e à tarde, uma aventura de AD&D (nesta, diga-se de passagem, joguei muito bem), na qual, entre mais de seis personagens restarão dois e um terceiro do qual tivemos clemência.

Depois deste evento, o RPG se estabeleceu de vez em nosso país. Alea jacta est. E como dizem: O resto é história!

sexta-feira

Operação Cavalo de Tróia - J.J. Benitez


Há muito tempo eu ouvia a respeito da série "Cavalo de Tróia" de J.J.Benítez, mas, no mais das vezes, evitava a leitura. O conceito me parecia absurdo demais. Viajantes no tempo observando os passos de Jesus. Além do que, haviam vários livros em série já lançados, eu não tinha nenhum e a biblioteca municipal tinha apenas a primeira e segunda edições e a possibilidade de conseguir todos os outros...enfim, criava obstáculos e obstáculos. Tudo tem o seu tempo.

Após ouvir relatos dos mais assombrosos sobre inúmeras coisas, e mesmo assistir a uma entrevista de Benítez (que não me pareceu tão alucinado como julgava que deveria ser), resolvi que não poderia haver nada ali que me ultrajasse de maneira irreversível e quanto a conseguir os outros livros...bem eu os conseguiria com o tempo. Não havia pressa.

Então, emprestei os dois primeiros livros e os li rapidamente. Meses depois, consegui todos as outras edições da série. Aguardei concluir a leitura de todas as obras lançadas para comentar a respeito aqui no blog. Antes, deixarei aqui trechos de resumos (encontrados nas contra-capas dos livros) para servir de guia aos que se interessem pela leitura.

A série relata uma operação secreta da força aérea americana que, ao descobrir um modelo seguro de viagem no tempo, cria, em 1973, uma operação para acompanhar os últimos dias de Jesus Cristo na Terra.

A partir daí um major que adota o codinome de Jasão e um piloto, chamado no diário de Elizeu voltam no tempo até a época de Jesus Cristo e presenciam os fatos mais marcantes da Sua vida. Fornecem, também, dados da sociedade da época: costumes, leis (principalmente as leis do judaísmo), crenças (judaicas e pagãs, geografia, ambiente, etc).

Jasão é escolhido para a operação pelo seu ceticismo e imparcialidade, mas quando encontra Jesus– o Mestre – é tocado profundamente por sua mensagem e a narrativa ganha um tom delicado e humano. A diferença entre os acontecimentos presenciados pelo Major e os narrados nos textos sagrados é enorme, mas compreensível.

Segundo as próprias observações da personagem, os evangelistas nem sempre estavam presentes aos acontecimentos que narraram anos depois e, mesmo quando estiveram, sua formação cultural não permitia que compreendessem totalmente os acontecimentos.

Um dos pontos mais polêmicos vem do próprio autor. Ele jura ,de maneira veemente, que o diário das memórias do Major acabaram em suas mãos através de uma amiga e que são absolutamente reais , e sendo bem guardados. Narra, inclusive, no primeiro volume seu encontro com Jasão e a luta que foi conseguir os originais do Diário em suas viagens por México e EUA.
Eis o resumo dos livros:

Operação Cavalo de Tróia I – Jerusalém
Em seu refúgio no México, no fim da vida, um militar e cientista da Força Aérea norte-americana confia ao autor deste livro documentos que, surpreendentemente, revelam a execução de uma experiência que lhe permitiu voltar no tempo quase dois mil anos e ser testemunha ocular e participante dos últimos dias de Jesus Cristo na Terra, desde sua entrada em Jerusalém até sua prisão, julgamento, crucificação e ressurreição. Esta prodigiosa experiência, batizada pela NASA de "Operação Cavalo de Tróia", teria sido realizada sigilosamente em 1973, em pleno coração de Israel. O que se segue é um relato, no mínimo impressionante pelos detalhes e minúcias, dos acontecimentos daqueles dias. Testemunha ocular? Imaginação ou realidade? Usando as palavras do próprio autor: "… só o futuro poderá dizer se este relato foi ou não verídico".

Operação Cavalo de Tróia 2 – Massada
Desta vez, o "berço" parte de Massada, ao sul de Israel, levando Jasão e Eliseu novamente de volta ao ano 30, ao encontro de Jesus de Nazaré. Nesta segunda exploração, o diário do Major registra fatos acontecidos após a Ressurreição do Mestre e revela o conteúdo da "gravação" realizada durante a Última Ceia com os apóstolos. Quantas surpresas e quantos fatos não revelados pelos quatro evangelistas!

Operação Cavalo de Tróia 3 – Saidan
Em Operação Cavalo de Tróia 3, o cenário é a Galiléia, região de pescadores, onde o Nazareno acolheu seus apóstolos e onde pregou e viveu por muitos anos.Jamais foi feita uma narração com tanta riqueza de detalhes sobre suas aparições às margens do Tiberíades, o Kennereth. Sobre a infância de Jesus - uma época totalmente omitida pelos evangelistas - ficamos sabendo como era sua vida em Nazaré com os pais, irmãos, quem eram seus amigos, sua sensibilidade para as artes e como se passou o episódio de sua discussão com os doutores do Templo. A minuciosa descrição do "Corpo Glorioso", ou seja, a constituição do corpo ressuscitando de Jesus, segundo a análise feita por cientista, é outra instigante surpresa.

Operação Cavalo de Tróia 4 – Nazaré
Operação Cavalo de Tróia 4 abrange os chamados "anos ocultos" do Mestre. Até o presente momento, nenhuma outra obra descreve a aldeia de Nazaré e seus habitantes como este documento. Neste livro, o Major da USAF investiga a Encarnação de Cristo na Terra e reconstrói uma das etapas mais ocultas e fascinantes de Sua passagem. Foi carpinteiro, chefe de um armazém que abastecia caravanas, trabalhou na forja e foi viajante. Um período - dos quatorze aos vinte e seis anos - decisivo para compreender em sua justa medida a experiência humana do Filho de Deus.

Operação Cavalo de Tróia 5 – Cesaréia
Jasão, preso num subterrâneo, sem a "vara de Moisés", estava enterrado vivo. Teria encontrado seu fim? Durante seis anos o leitor ficou imaginando o que lhe aconteceria.
Não só escapa, mas segue com sua missão, na Palestina do ano 30, nas pegadas de Jesus de Nazaré.

Operação Cavalo de Tróia 6 – Hermon

Este sexto volume da série Cavalo de Tróia, continuando o diário do major norte-americano, traz, entre milhares de dados técnicos e históricos rigorosamente comprovados, novos capítulos que foram ocultados pelos evangelistas.
• Aparições de Jesus de Nazaré depois de sua Ressurreição: você sabia que foram muitas mais do que as relatadas nos Evangelhos?
• O primeiro cisma entre aos discípulos: por quem ninguém falou disso?
• Análise do DNA: outra demolidora "surpresa"…
• O reencontro com o Mestre, no terceiro "salto" no tempo.
Um livro duro, valente e terno, no qual o Filho do Homem aparece de novo, fascinando com suas palavras e sua irresistível humanidade.
"Se algum dia contar a verdade sobre Cavalo de Tróia, ninguém acreditará em mim: sou um transmissor", adverte o escritor.

Operação Cavalo de Tróia 7 – Nahum
O sétimo volume narra os preparativos da vida pública de Jesus de Nazaré e desmistifica personagens fundamentais como Virgem Maria e Judas, que não entendiam a missão de Jesus e esperavam dele um homem revolucionário, o Messias que iria libertar o povo judeu dos Romanos.
Descreve quem foi de fato o revolucionário João Batista, pregador de um deus vingativo e cruel, tão diferente do Deus Pai de Jesus.
Revela ainda para quem foi feito o anúncio de seu nascimento, se operava milagres, se realmente foi o Anunciador de Jesus e se era um louco


Operação Cavalo de Tróia 8 – Jordão
Ninguém, até hoje, narrou com tantos detalhes o suposto batismo de Jesus de Nazaré. Assim como ninguém havia se atrevido a relatar, com semelhante crueza, o que aconteceu naquela histórica jornada em um dos afluentes do rio Jordão. Você sabia que o Mestre nunca se retirou para o deserto e nem foi tentado pelo diabo?


Resta a última edição.
Segundo Benítez, que alega não ser o autor do livro, a série conclui exatamente na nona (09) edição. Isto vêm se juntar a outra série de "coincidências" envolvendo a vida de Cristo e o nº 09 (que segundo a cabala representa a perfeição) que são relatadas na série.

Fontes: Wikipedia e Site do Autor

Li todos os livros publicados da série e aguardo o nono e último.
Admito que acreditar que seja verídico um projeto secreto que faz uso de uma máquina do tempo cuja missão foi nada menos do que investigar a vida de Jesus, é um conceito de difícil assimilação.
Para mim, também é. No entanto, o que me faz pensar é o fato de que há muitos relatos tão estranhos ou mais do que estes. E muitos indícios que notadamente reforçam que os governos e outras forças, que regem determinadas regras, controlam informações que não chegam ao domínio da massa populacional. Alguns exemplos podem ser vistos na Panacéia dos Mistérios.

Existe pelo menos um que me chama atenção. O relato de um ex-cardeal que era também um grande físico e, na década de 60, teria participado de um projeto secreto do Vaticano construindo um equipamento com o qual era possível resgatar sons do passado! Tal equipamento foi efetivamente construído e com ele teriam conseguido resgatar inteiramente todos os mais importantes discursos de Cristo. Segundo relata o ex-cardeal, quando abandonou o projeto já haviam conseguido aperfeiçoa-lo para resgate de imagens do passado e transmitiram ao presidente da Itália na época e ao Papa todo o registro de áudio e vídeo da santa ceia. Toda esta história está registrada em livro. O ex-cardeal afirma ter sido expulso porque resolveu revelar esta história.

Tal relato, vindo de um cardeal e cientista, não pode simplesmente ser ignorado sem se pensar um pouco a respeito das possibilidades.O fato é que, vivemos num mundo aonde é possível recriar em laboratório o fenômeno primal que causou a própria criação do universo! Se isso estivesse revelado num livro alegando ser um projeto secreto de vários governos, há mais de trinta anos, com cientistas de todo o mundo, você acreditaria neste relato?

E, no entanto, o acelerador de partículas é real! Bem, como tudo o que relatei, por mais fantástico que pareça e, a propósito, antes de ser revelado o projeto era ultra-secreto! Quantos mais projetos ainda estão ocultos das pessoas e quão fantásticos podem ser?

Recentemente, assistindo um antigo programa da série "COSMOS", Carl Sagan apresentou um projeto da NASA para criação de uma nave espacial que viajasse a velocidade da luz. Sagan alegou que, com a tecnologia da época, não seria possível a construção e quando fosse, provavelmente, chegar-se-ia a conclusão de que o projeto estava repleto de erros. Tudo bem, mas o fato é que nos anos 60 já havia um projeto de tal espaçonave! Alguém acredita que eles se deram ao trabalho apenas para dizer: "Muito bom, pena que não serve para nada!" ?

Portanto, eu não posso afirmar que a máquina do tempo relatada em Operação Cavalo de Tróia seja real, mas baseado em vários relatos e indícios, também não posso afirmar que não seja.

Este é o pensamento lógico. Mas, ainda me resta o intuitivo que, obviamente, só posso sentir e descrever, não havendo como defende-lo racionalmente.

Há muito busco a verdade entre as verdades. Aquela que, acredito, só pode estar na busca espiritual. Isto me levou a buscar vários caminhos, ler vários livros de espiritualismo, teosofia, ocultismo, poder da mente e outros.

Existe algo, na leitura da série, que é possível pressentir como, ao menos, parte da verdade. O mestre relatado ali, as coisas que dizem que ele diz, os atos que descrevem como dele...tem algo que é possível acreditar. Esta opinião é puramente pessoal e da minha intuição.

Cabe a cada um fazer a sua leitura e chegar as suas próprias conclusões. Independente de acreditar ou não no relato, com certeza, os que apreciam uma história fantástica repleta de informação histórica irá apreciar o livro que é de leitura agradável e empolgante.

Permitam-se por um instante, apesar de todos os dogmas, questionar-se ao menos uma vez: Por que não?..

E lembrem-se: "Quem lê um livro comunga com a alma deste e, desta comunhão renova a sua própria!"

ATENÇÃO! LEIAM O POST SOBRE O "CRONOVISOR" AQUI EM SUA PANACÉIA QUE RELATA SOBRE O EXPERIMENTO DA IGREJA CATÓLICA E O REGISTRO DE IMAGENS DO PASSADO..

domingo

Antigos relatos sobre atividades semelhantes aos OVNIS, no decorrer da história.

-Em 1450 à 1504 , antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.

-400 a.C, Pandoro escreveu sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.

-O Livro dos Mortos, do antigo Egito, fala em "legiões no céu", "espíritos da luz" e "seres brilhantes".

-166 d.C - Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.

-589 d.C, Papa São Gregório, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro.

-Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.

-04/11/1799 - Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.

-15/04/1950 - Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.

-30/10/1950 - Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.

Fonte de pesquisa: Sites da Internet

terça-feira

Hitler e a Lança do Destino

Hitler cobiçou a posse da Lança do Destino, supostamente a lança com a qual o legionário romano perfurou a lateral do corpo de Jesus Cristo quando ele estava pregado na cruz.

Os ocultistas atribuem grande poder a essa Lança do Destino, também conhecida como Lança de Longino.

Supostamente, o líder que "a possuir e compreeder os poderes aos quais ela serviu, teria o destino do mundo em suas mãos para o bem ou para o mal" . Essa lança foi conservada na Casa dos Hapsburgos, em Viena, na Áustria, por vários séculos, e está em exibição pública em um museu.

Quando ficava diante da exibição da Lança do Destino no Museu da Casa do Tesouro dos Hapsburgos, em Viena, olhando fixamente para a lança, sensações estranhas explodiam dentro dele. Como Hitler relatou mais tarde, "A lança parecia ter algum meio mágico de revelação por trazia o mundo das idéias em uma perspectiva viva e tão próxima que a imaginação humana tornava-se mais real que o mundo dos sentidos. Parecia que eu, a tinha segurado em minhas mãos antes em algum tempo passado na história - que eu a tinha chamado de meu talismã de poder e tinha o destino do mundo em minhas mãos. Mas, como isso seria possível? Que tipo de loucura era essa que estava invadindo minha mente e criando esse turbilhão no meu peito?"

Um dos primeiros atos oficiais de Hitler, após anexar a Áustria, foi viajar a Viena de carro com uma comitiva, ir ao museu, e tomar posse física da Lança do Destino. Neste ponto, Hitler acreditava que possuia o poder para superar quaisquer dificuldades e conquistar o mundo.

Hitler começou a perder a sanidade para os poderes que se pronunciavam por ele nesse momento, quando ele tinha pouco mais de 20 anos. Alcançado por tais forças desde os 15 anos, agora sua mente estava perdendo a sanidade. Toda a Europa pagaria o preço, tanto em mortos de guerra quanto no genocídio.

Pouco tempo depois, quando Hitler publicou a suástica invertida como símbolo do Partido Nazista, os ocultistas da Magia Branca de todo o mundo ficaram alarmados, percebendo que Hitler usaria esse poder para o Mal, não para o Bem. E, além disso, sabiam que ele também possuia,agora, a Lança do Destino.

A Segunda Guerra Mundial tornava-se inevitável.

Fonte de pesquisa: Sites da Internet

segunda-feira

Não respeito idade! Respeito identidade! E integridade.

Outro dia, comentava-se sobre os costumes indianos (discussão potencializada desde a estréia da novela global "Caminho das Índias") e especificamente do profundo respeito aos mais velhos.

Bem, devo lhes dizer que não concordo com isto, em parte disto, ao menos. A síntese é esta: Não respeito idade! Respeito identidade! E integridade.

O que quero dizer com essa assertiva é o seguinte: Não concordo em simplesmente respeitar ou seguir alguém apenas pela idade e sim, pela identidade da pessoa, sua história, sua personalidade, suas atitudes.

São estas características e não uma simples contagem de tempo quanto a idade que gera o meu respeito. Falando francamente conheço várias pessoas de mais de 50 e 60 anos que não tem mais maturidade do que jovens de 15 anos e não se trata de senilidade! Trata - se mesmo de falta de caráter e um tipo de imaturidade que nem anos e anos de experiência tratam de melhorar ou fazer crescer!

Agora, vale ressaltar que o que quero dizer quanto a respeitar integridade. Não estou sugerindo que alguém de terceira idade, por mais desprezível que sejam suas atitudes deva ser agredido ou ter sua integridade atingida de forma alguma! Seja moral ou fisicamente.

O que estou definindo é que o respeito que tenho e que afirmo que deve se ter em qualquer circunstância é em relação à integridade física da terceira idade, com direito a saúde e cuidado.

Mas o respeito "venerável", que aprecia e segue conselhos e respeita opinião, isto somente para aqueles cuja história de fato, demonstra que, apesar de erros eventuais, não falta a pessoa o mínimo de caráter e princípios.

Todos, não somente os idosos, devem ser respeitados em sua integridade! Mas, alguns outros além disto, devem ser venerados e amados pelo exemplo digno de nota vindo de sua identidade!

Definitivamente, em qualquer idade e para qualquer um: NÃO RESPEITO IDADE! RESPEITO IDENTIDADE! E INTEGRIDADE.

quinta-feira

Elric

A graphic Globo nº 04, “ELRIC”, foi, sem dúvida, uma das HQs mais estranhas e instigantes que li. O traço de P. Graig Russel e o texto de Roy Thomas colaboraram, mas o grande mérito obviamente cabe a insana mente de Michael Moorcock, o criador do personagem e desta estranha realidade.

Ainda não tive oportunidade de ler algum de seus livros, mas espero realizar este desejo em breve, pois não me falta recomendação positiva sobre Moocock e seus livros épicos.

Até lá, recomendo a todos lerem a HQ, Elric que permitirá uma pequena visão do universo criado pelo autor.

Elric de Melniboné é um albino de saúde débil, introspectivo e atormentado, protagonista de uma série de literatura de fantasia criada por Michael Moorcock.

Elric é o imperador do reino ancestral de Melniboné, uma superpotência em declínio, e servo dos Senhores do Caos, à semelhança dos seus antepassados. O povo de Melniboné é elegante, porém cruel, na maior parte desprovido de sentimentos: de entre todos, apenas Elric é dado a sensibilidades modernas. Em parte, os melniboneses são como elfos --- embora mais semelhantes aos amorais ska da série Lyonesse de Jack Vance do que aos povos majestosos de J. R. R. Tolkien --- e "Elric" é uma forma do nórdico Ælfric, que significa senhor dos elfos.

Como personagem, Elric subverte figuras como a de Conan, o Bárbaro de Robert E. Howard ao mesmo tempo que é influenciado pelo simbolismo trágico de obras como o épico finlandês Kalevala e pela ficção pulp da primeira metade do século XX, combinando assim referências eruditas com uma veia popular, à semelhança de grande parte da restante obra de Michael Moorcock.

Ao invés de um guerreiro bárbaro musculado que sobe ao poder através da violência, Elric é um imperador culto mas doente que abandona o seu trono. Onde um herói da fantasia convencional salvaria princesas de vilões maléficos, ou o reino de hordas de inimigos, Elric mata o seu verdadeiro amor, é ele próprio um feiticeiro poderoso, escravo do demônio Arioch, e convida exércitos invasores a destruir Melniboné. Elric é um intelectual, dado a crises de depressão, e muitas vezes levado a ações catastróficas numa tentativa de resistir ao seu destino tenebroso.

Elric é ainda manipulado pela sua espada inteligente Tormentífera (Stormbringer, no original em Inglês, e Tempestade, quando da publicação do encontro entre Elric e Conan no Brasil, pela Editora Abril Cultural), já de si uma perversão das armas mágicas tradicionalmente encontradas na fantasia épica e uma referência à espada de Kullervo no Kalevala. A Tormentífera dá a Elric as forças de que ele necessita para sobreviver, mas a um preço terrível --- a espada suga as almas de todos os que mata, muitas vezes recusando-se a obedecer aos comandos de Elric, de modo a obter o que pretende:

This sword here at my side…

Keeps calling me its master, but I feel like its slave

(Esta espada aqui a meu lado...

Não pára de me chamar mestre, porém sinto-me seu escravo)

―"Black Blade" dos Blue Öyster Cult

Como uma das múltiplas encarnações do Campeão Eterno, quase sempre um defensor da Lei, Elric de Melniboné está dividido entre a sua ascendência e o seu destino. Em resultado disso, Elric vira as costas ao Caos para se aliar à Lei, tornando-se eventualmente numa força de equilíbrio entre as duas facções. Ao longo da saga, Elric desenvolve um profundo ódio por todos os deuses, quer da Lei, quer do Caos, e pela sua constante interferência na vida dos mortais. No final, Elric anseia por um mundo onde os deuses não explorem a miséria humana, acabando por morrer em nome dos seus ideais.

Fonte de Pesquisa: Sites da Internet.

sexta-feira

Ben-Hur

O filme Ben-Hur conta a epopéia do mercador judeu que é escravizado por seu amigo de infância , mas, consegue uma chance única para se vingar. Assim, na Jerusalém, do início do século I, vive Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu.

O retorno de Messala (Stephen Boyd), um amigo romano da juventude como novo tribuno (líder) das legiões romanas na cidade, deveria ser um motivo a mais de contentamento na já muito próspera e feliz vida de Bem-Hur, no entanto, as diferentes visões políticas de Ben-Hur e Messala iniciam um profundo desentendimento, sendo que Messala deseja que Ben-Hur entregue a justiça romana os nomes daqueles que desejam combater o império. Ben-Hur recusa-se a trair seu próprio povo o que causa o desgosto de Messala que julga seu antigo aliado um traidor da amizade que os unia.

Num momento de grande infortúnio, Ben-hur é acusado injustamente de atacar uma alta autoridade do império. Messala aproveita a situação, mesmo sabendo da inocência de Ben-Hur, para impediosamente se vingar e leva a desgraça e decadência a toda a casa de Hur, sem se apiedar nem ao menos da mãe e irmã do seu agora arqui-inimigo, agora um escravo condenado a morrer nas galeras romanas (navios de guerra). No entanto, muitas surpresas ainda ocorreram na trajetória do mercador judeu desgraçado pelo seu outrora melhor amigo.

Contar mais seria estragar o prazer daqueles que não assistiram ao filme. Porém cabe dizer ainda que a história se passa exatamente na época do Cristo e a história deles se cruzará em alguns momentos chave da trama trazendo grandes mudanças na vida de Ben-Hur.

Um filme épico, com trilha sonora marcante e direção precisa. O carisma de Charlton Heston como herói está no auge e se torna impressionante mesurar a grandeza desta superprodução numa época em que não havia efeitos especiais para criar do nada cenários grandiosos ou gerar multidões por computador. Note a antológica corrida de bigas, é uma seqüência longa e, ainda assim, em momento algum entediante. Uma façanha nada fácil de realizar.

Uma trama repleta de ação, reviravoltas, drama, paixão e fé. Sem dúvida, um clássico que merece ser visto e reverenciado em toda a sua grandeza histórica.

Ganhou 11 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Charlton Heston), Melhor Ator Coadjuvante (Hugh Griffith), Melhor Direção de Arte - A Cores, Melhor Fotografia - A Cores, Melhor Figurino - A Cores, Melhores Efeitos especiais, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som. Foi ainda indicado na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Ben-Hur é um dos recordistas de Oscars recebidos, com 11 estatuetas, estando empatado com Titanic (1997) e O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei (2003). Mas, cabe frisar que a partir dos anos noventa o número de estatuetas do Oscar para efeitos especiais e outros subiu consideravelmente o que torna mais fácil amealhar mais estatuetas com filmes técnicos, mas, talvez, não tão bons em coisas como história, elenco e direção, cuja importância se nomeiam por si (Evidente, estou falando de Titanic).

quinta-feira

John Byrne

John Byrne é um dos mais geniais desenhistas e roteiristas de histórias em quadrinhos. Nascido na Inglaterra em 6 de julho de 1950, se mudou aos 8 anos para o Canadá e naturalizou-se estadunidense.

Byrne possui um estilo de desenho rico em detalhes e de um traço muito preciso e característico. Seu traço é de fácil reconhecimento e muito agradável estéticamente, além disso, é rico em detalhes. Byrne é também um daqueles raros desenhistas que, não obstante o talento ainda é um roteirista notável.

Um de seus trabalhos mais famosos, X-Men, teve sua participação como roteirista , a princípio, uma influência que foi crescendo até se tornar o maestro da principais linhas dos roteiros cabendo ao então roteirista, Chris Claremont, redigir os diálogos. Nas histórias do X-Men lançou a Tropa Alfa, grupo de super-heróis canadenses que perseguia seu ex-membro Wolverine. O cuidado especial de Byrne com esse personagem, aliás, ajudou-o a que se transformasse num dos maiores heróis marvel do novo século. Esta fase ajudou a transformar X-Men e o personagem Wolverine no fenômeno atual, logo após a "Saga da Fênix", os desentendimentos com Claremont tornaram irreconciliáveis e Byrne se despediu do título.

Trabalhou ainda em Capitão América aonde influenciou, também, fortemente os roteiros, alguns deles entre os melhores que já li do Capitão, como a história do Capitão para presidente ou o arco de histórias com o Barão Sangue . Mas, o melhor ainda estava por vir quando, assumindo roteiro e desenho realizou a reformulação do Super-Homem e o trabalho genial nas aventuras do Quarteto Fantástico.

Suas aventuras no Quarteto passaram a ser elaborados roteiros de ficção científica e ao mesmo tempo reforçava a "humanidade" com histórias que fortaleciam a "família" do Quarteto, ainda que se propusesse a colocar novos membros como fez ao substituir o Coisa pela Mulher-Hulk, uma de suas personagens favoritas, a quem dedicou até uma Graphic novel.

Assim era Byrne com roteiros geniais(ou, no mínimo, eficientes) reformulava drasticamente a vida dos personagens. Jamais deixando pedra sobre pedra. Sua ousadia como roteirista de personagens tão conhecidos e "comerciais" das grandes editoras fazia com que fosse amado e "temido" pelos fãs de personagens que temiam as mudanças do "louco" do Byrne. Quando sabíamos que nosso personagem favorito estaria nas "mãos de Byrne" já esperávamos roteiros alucinados e interessantes, para não falar da expectativa de ver a revolução visual que sofreria no traço do mestre.

Durante os anos 90, Byrne criou vários personagens como Next Men e Danger Unlimited. Entre os anos de 2004 e 2005 trabalhou principalmente para a DC Comics. Não acompanhei estes trabalhos, mas, as críticas não foram positivas.

Em tempos recentes, Byrne voltou a trabalhar com Claremont nas histórias da Liga da Justiça, no entanto, seu traço e mesmo sua habilidade em contar as histórias sofreu declínio, e mesmo para os fãs como eu é impossível negar este fato. Tanto o traço como a história eram apenas eficientes, mas sem a empolgação ou a genialidade de outros tempos. Enfim, talvez, devamos levar em conta que os autores (Byrne e Claremont) não estivessem muito a vontade trabalhando juntos novamente.

Para não dizer que tudo é um caso perdido, ao menos, eu gostei da maneira como interpretaram a personalidade do Batman, um detetive eficaz como sempre, mas, um tanto menos agressivo e até dotado de um certo humor negro. Interessante.

No entanto, por tudo o que realizou Byrne é uma referência nos desenhos e roteiros aonde soube unir a capacidade de produzir quadrinhos com grande aceitação de vendas e que, além disso, possuíam excelente qualidade.

Fonte de pesquisa: Wikipédia.

terça-feira

A Muda


A muda não muda!
Quiçá, mudasse se tivesse o gênio mudadiço...
Mas, não me queiram mal as mudas.
Estas mudas, a que me refiro, são daquelas que falam
até quando de nada ajuda!

Se a muda não atormenta, há mudez que faz relampejar o céu
e até o chão esquenta!
Pois, se a ira faz da dançarina uma estátua fria,
também traz uma mudez causada
que é pior que uma faca afiada!

Não tenho medo da muda ou do breu
O silêncio é que traz medrica profunda.
E quando a muda virar planta viçosa,
mudo ficarei eu.